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Archive for the ‘Vivenciando a Geografia’ Category

Não dá pra falar na Provence sem falar nos campos de lavanda ! Os campos de lavanda que costumamos ver nos cartões postais e no roteiro que compramos, podem ser vistos entre meados de junho e início de agosto, e o departamento de Alpes de Haute Provence é onde se localiza a maior parte da produção, cerca de 10 mil hectares. Vale ir até o plâteau de Valensole conferir as plantações, e se o dia estiver bonito e com temperaturas agradáveis, o passeio pode ser esticado até o lago de Sainte-Croix e Gorges du Verdon, uma represa artificial de águas incrivelmente azuis onde podemos nadar ou alugar pedalinhos no período entre junho e agosto. Perto do lago fica a charmosa cidade de Moustier-Sainte-Marie, conhecida pelo artesanato de barro (faïence) e também de uma lenda interessante que remonta à época das Cruzadas, que diz que um cruzado habitante da cidade, que tinha sido capturado pelos sarracenos, fez prometeu pendurar uma estrela de metal usando as correntes que o aprisionaram no ponto mais alto da cidade como forma de agradecimento à Virgem Maria. A estrela que hoje pode ser vista data de 1957 e é a décima primeira a a ser pendurada, tendo as outras caído ao longo do tempo. Lendas à parte, a cidade tem todo o charme provençal e também é um dos vilarejos mais bonitos da França !
MAS A VIAGEM PARA   Provance foi muito frustrante, pois comprei o pacote pensando que iria conhecer, os campos de lavanda na   Provance, COMO PROMETIA O ROTEIRO  e não foi isso o que aconteceu. O que estava prometido no roteiro, da agência da qual compramos o pacote,  não foi cumprido, pois nos disseram que os campos de lavandas estavam ainda sem flores, só que não nos mostraram esses campos mesmo sem flores,  nem  pelo menos os arbustros. Quem reclamava sofria bulling por parte de certas pessoas bem próximas da dona.

Os perfumados campos de lavanda, encontram-se  na Haute Provence, ou Alta Provence.

O ideal é passear pelos magníficos campos de lavanda no planalto do Vancluse, no departamento de la Drôme, do Gard e ao norte de Nîmes  E NIMES  FOI O LUGAR ONDE a nossa excursão passou  MAIS TEMPO … mas haviam muuuuuitos opcionais para fazer…….

 Mas Para dar uma idéia a vocês, meus queridos leitores, pesquisei e encontrei um Blog que mostra de forma ímpar esses campos. VEJAM A SEGUIR.

Iluminando Ondas

Cultivo de Lavanda, região de Provence / França

Mapa da localização das melhores plantações de lavanda do mundo.

Cultivo de Lavanda, região de Provence / França

A palavra Lavanda vem do latim “lavare”Uma região lilás.
O azulA Lavanda é nativa do MediterrâneoLavandula angustifolia (labiés)

Campos de Lavanda na Provence. Uma viagem de aroma e magia…

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Para qualquer direção se  vê o lilás das plantações de lavanda
Flor da lavanda

E um aroma inesquecível! O CANTO das cigarras é inesquecível…

Abadia de Senanque – Monges benedetinos. Esta Abadia possui visitação
Além da Lavanda, estes monges possuem um jardim de ervas aromáticas.
 UM ALERTA : ESCOLHA BEM SUA AGÊNCIA DE VIAGEM  e o cumprimento do roteiro para não frustrar sua viagem, SUAS  TÃO ESPERADAS FÉRIAS. Agora deixando de lado a frustração sem esquecer que aprendi a lição.
SOBRE A PROVENCE QUE TENTEI VER
Provence é uma região francesa delimitada a leste pelos Alpes e pela Itália, a oeste pelo rio Rhône e ao sul pelo Mediterrâneo. É uma denominação geográfica para um antigo condado (transformado em1481   emprovíncia real francesa) e que corresponde hoje, em sentido lato, a uma grande parte daregião administrativa francesa de Provença-Alpes-Côte d`Azur.
 Abaixo cito lgumas  cidades da região que também são consideradas importantes, como por exemplo: Marselha, Aix-en-Provence, Avignon, Arles, Saint Rémy de Provence, Nîmes, Saintes-Maries- de- la -Mer, dentre outras.
  Marselha é o maior centro urbano da região e a segunda maior cidade da França,  além de ser a capital do departamento de bocas do Ródano e da Região administrativaAix-en-Provence-do aeroporto de Marselha, a trinta minutos de Marselha, de Arles ou das praias do Mediterrâneo.

Aix-en-Provence é um nome que vem do latim e significa “águas na Provença”, mas na época romana a cidade chamava-se Aquae Sextius, e isso graças às termas que existem até hoje, e que alimentavam as numerosas fontes, 101 no total, que estão espalhadas por toda a cidade! As fontes tinham a função de fornecer água à população, mas depois da chegada de água diretamente às casas as fontes deixaram aos poucos de ser alimentadas pelas águas termais, à exceção de uma, no Cours Mirabeau, e assumiram uma função decorativa, sendo alimentadas pelo Canal da Provença, onde foram represadas as águas do rio Durance, um dos rios que irriga a região (o principal rio da região é o Ródano).

 


 AVIGNON– Residência dos papas na Idade Média, Avignon guardou a marca deste destino grandioso: o palácio dos Papas, a ponte, as muralhas, as igrejas e capelas dão a cidade uma atmosfera única. Berço de um prestigioso festival de teatro contemporâneo, cidade europeia da cultura no ano 2000, Avignon também tem gosto da vanguarda. Vêm aproveitar dos seus múltiplos contrastes. Lugar onde ficaríamos hospedados mas dias antes da viagem  foi mudado. Ficamos somente 1 dia quase todo. Graças a Deus e ao bom senso de alguns resolvemos ficar em Avgnon e não cair em tentação de fazer mais  outro opcional oferecido pelo guia. Quem optou pelo passeio não conheceu a bela cidade e Avgnon.  O que  tem para se conhecer em Avignon, além do Palácio dos Papas?
– O palácio dos Papas
– A famosa ponte Saint-Bénezet ( Ponte d`Avignon)
– Sítios inscritos no património mundial da Unesco : as muralhas, o palácio, a ponte
– A cidade antiga com suas librés cardinalícias, sua torre de sinos…
– As colecções dos museus : o Petit Palais, o museu Calvet, o museu Angladon, a colecção Lambert, o palácio do Roure, a casa Jean-Vilar…
– A praça do Relógio e suas esplanadas protegidas
– O Rhône e o passeio pela ilha da Barthelasse
– A gastronomia provençal e os vinhos das côtes du Rhône

O Palácio dos Papas em Avingon é uma das maiores e mais importantes construções góticas da Idade Média  na Europa. Ao mesmo tempo fortaleza e palácio,  a residência pontifícia foi, durante o século XIV,  a sede da cristandade do Ocidente. Avignon tornou-se residência dos Papas em 1309,   quando o  Papa Clemente V, não querendo voltar a Roma,  depois do caos da sua eleição, mudou a Corte Papal para Avignon . No palácio de Avingnon realizaram-se seis  conclaves,  dos quais resultaram as eleições dos papas Bento XII,   em1335; Clemente VI,em1342; Inocêncio VI, em 1352;  UrbanoV, em 1362; Gregório XI, em 1370; e do anti-papa Bento XIII, em 2394.

O palácio, que resulta da fusão de dois edifícios – o palácio velho de Bento XII, verdadeira fortaleza assente sobre o inexpugnável rochedo dos Doms, e o palácio novo de Clemente VI, o mais faustoso dos pontífices de Avinhão – é, não somente, um dos maiores edifícios góticos, mas também aquele em que se exprimiu o estilo gótico internacional  em toda a sua plenitude. Além disso, a biblioteca pontifícia de Avinhão – a maior da  Europa , na época, com os seus dois mil volumes

O palácio também foi o lugar que, pela sua amplitude, permitiu “uma transformação geral do modo de vida e organização da Igreja”. Facilitou a centralização de serviços e a adaptação do seu funcionamento às necessidades pontifícias, permitindo criar uma verdadeira administração.

No entanto, aquilo que, pela sua estrutura e funcionamento, havia permitido à Igreja adaptar-se “para que ela pudesse continuar a cumprir eficazmente a sua missão tornou-se obsoleto quando os pontífices de Avinhão julgaram necessário regressar a Roma. A estes fatos, juntou-se a convicção de Urbano V e Gregório XI de que a sede do papado não podia estar senão no lugar onde se encontra a sepultura de Pedro, o primeiro pontífice.  Apesar das dificuldades materiais, da oposição da Corte de França e das fortes reticências do Colégio dos Cardeais, ambos se dotaram de meios para regressar a Roma; o primeiro deixou Avinhão no dia30 de abril de 1362 e o segundo no dia  13 de setembro de 1376  sendo desta vez a instalação definitiva.

A famosa ponte Saint-Bénezet ( PonteDÁvignon) Eu não sei se vocês já ouviram falar dela, mas aprendi nas aulas de francês na escola onde cursei o ginásio, hoje conhecido como fundamental, a música “Sous le Pont d”Avignon, on y danse, on y danse “Sur la pont d’Avignon On y danse, on y danse. Sur la pont d’Avignon On y danse tout en rond, (na ponte de Avignon, dançamos e dançamos…). Erguida no século 12, a ponte St Benezet é a mais antiga construída no rio Rhône, entre Lyon e o Mar Mediterrâneo. Parcialmente só restam  4 arcos. Depois resolvemos conhecer a cidade, o centro, a parte cultural, a orla do rio Rhône, seu aconchegante e sortido comérci, em fim conhecer um pouco dessa encantadora cidade, que vai muito além do palácio dos Papas,  onde o guia nos deixou e correu para fazer um passeio opcional fora de Avignon.

Nimes –Pra quem gosta de história e arquitetura romanas, Nîmes é um prato cheio : a cidade tem um anfiteatro romano  Vale visitar a Maison Carrée, inspirada nos templos romanos e que fazia parte do fórum, e a Torre Magna, única torre de vigília que restou da muralha que cercava a cidade e não deixe de   visitar a Ponte du Gard, aqueduto romano do século I que fica próximo à cidade. A Cidade é bem bonitinha, pena que o hotel que ficamos, (nunca mais aquela agência me pega) era num lugar horrível que não dava sequer uma noção do que é Nimes. Vejam um pouco dessa cidade que tem tanta história para contar.

Arles- é mais uma das belas cidades a oeste da região de Provence. Apenas seu pequeno coliseu já é motivo para se visitar a cidade. 

 

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Ficheiro:Cotedazur.png ou Côte d’Azur, banhada pelo mar mediterrâneo se insere na região administrativa da Provence-Alpes-Côte d’Azur.  O clima  é mediterrâneo, com temperaturas amenas na primavera e forte calor no verão.  O azul do ceu e do mar dão a este pedaço de terra  uma luminosidade que os nossos olhos  acabam confundindo o azul do céu com o mar. A maior e mais importante cidade é Nice.

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Entre as cidades mais conhecidas  da Riviera estão: St. Tropez, Cannes, Mônaco e Nice.  NICE é a maior e mais importante cidade.   A praia de águas transparentes é de pedrinhas, mas nem por isso deixa de ser deslumbrante. Água fria mas muito gostosa e transparente . Localizada ao sul da França,   encontra- se no meio da Côte d’Azur,  na baía dos Anjos, cercada por áreas verdes, 8 km de praias mediterrâneas e sol quase o ano inteiro. Cortada por dois rios (Pail lon e Magnan) ,  ainda tem os Alpes como maravilhoso cenário de fundo.
Não só pelas belezas, mas também pela riqueza em cultura e diversão, Nice é o segundo principal destino turístico francês, só atrás de Paris.  São mais de quatro milhões de visitantes por ano, vindos de toda a Europa. Situado no sul do país, entre o principado de Mônaco e a igualmente bela Cannes, o balneário está a um pulinho (30 km, para ser mais exato) da fronteira com a Itália.
Fundada por gregos, a cidade de Nice pertencia aos italianos até 1860. Ficou também sob a influência da Inglaterra até voltar novamente para a frança, há mais de um século.  É uma das regiões mais bonitas do mundo e destino de veraneio das pessoas mais abastadas. Nice também é famosa por sua parte velha (Vieux-Nice), pelo cours Saleya, que abriga mercados e restaurantes, pelo hotél Régina – onde morou Matisse, pelos museus Chagall e Matisse, pelo Mamac (Museu de Arte Contemporânea), e pelo Passeio dos Ingleses (La Promenade des Anglais), que se estende do teatro de Verdure até o aeroporto por vários quilômetros à beira-mar. As praias de areia com pedrinhas não são obstáculo para os turistas amantes do mar e do Sol. Capital não-oficial da Riviera Francesa, a meio caminho entre o Principado de Mônaco (onde reinam os Grimaldi, a leste) e Cannes, Nice encerra um balneário e um grande porto, diante da baía dos Anjos, onde os Alpes e o rio Pail lon encontram o Mediterrâneo.

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Cannes –  Cannes é conhecida mundialmente por sediar  O Festival de Cannes, o maior e mais célebre festival da categoriado mundo. Entretanto, a cidade apresenta outros diversos festivais e eventos, tais como: – O festival de Cinema de Cannes Fundado   em 1939  é realizado anualmente, comumente em maio;  – Midem, a feira mais importante para a indústria da música; – MIPIM, a maior feira de propriedades do mundo; – O festival de Publicidade de Cannes, criado em 1953 e rwalizado em junho.. Cannes também foi palco da famosa costureira Coco Chanel, que propagou o bronzeamento de pele nos anos 20, tornando-se uma moda em todo o litoral. A Promenade de La Croisette (parece uma paisagem de cinema) até o Plais des Festivals. Na cidade velha de Cannes, existe uma torre famosa do século XIV. Metade das praias de Cannes é privada. Para freqüenta-las, paga-se de 15 a 20 dólares. A outra metade é pública. Ao todo, são dois quilômetros de praia. Dê uma voltinha por Canes atraves das fotos  postadas abaixo:

Principado de Mônaco é bem pequeno, apenas 1.500 quilômetros quadrados. Já esteve sob o comando da Espanha, da França e da Sardenha, emancipando-se em 1.861. Esta área  já era habitada desde a pré-história. Um rochedo, projetado sobre as águas do Mar Mediterrâneo, serviu de refúgio a várias populações primitivas.

Em 1.956, o príncipe Rainier se casou com a atriz americana Grace Kelly. Eles tiveram três filhos: Caroline, Albert e Stephanie. Nos anos 50, o príncipe Rainier elaborou um plano de desenvolvimento econômico, no qual as pessoas que desejavam se estabelecer no país ficavam isentas do imposto de renda. Isso fez com que muita gente famosa levasse suas fortunas para dentro de Mônaco.

Circuito de Formula 1, Palácio Real, Cassino Monte Carlo, Palais du Price-  Parte do Palácio data do século XII e algumas alas são abertas para a visitação do público, tais como o Musée Napoléonien que guarda vários objetos pessoais de Napoleão, Cathédrale de Mônaco (construída em 1.875), onde estão enterrados a princesa Kelly e outros membros da família real.

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A Ligúria é uma região no noroeste da Itália, que tem como capital Gênova. O seu litoral é mais conhecido como a Riviera Italiana. A região da Liguria é dividida entre 4 províncias: Impéria, Savona, Gênova e La Spezia.

 A Região  encontra-se  entre  o mar e as montanhas dos Alpes e dos Apeninos. Seu litoral,  possui uma faixa de aproximadamente 270 km e  é conhecido como Riviera Italiana  que se  dividide entre a Riviera di Ponente, à oeste de Gênova capital da região, e Riviera di Levante. Essa Região predominantemente montanhosa, cai  abruptamente para o mar,  sendo circundada  por  famosos balneários e aprazíveis cidadezinhas  encrustradas nas costas das montanhas.

 Em  cada cidade  ou vilarejo visitado é possível encontrar   castelos, igrejas, museus, prédios  cuja de arquitetura deslumbra.

Na Riviera di Ponente, a estrada sinuosa, por vezes parece se incrustar na montanha.  O caminho apresenta uma vista magnífica de boa parte da região, com uma visão inacreditável impossível de  descrevê-la.

Ainda na Riviera di Ponente,  as luxuosas vilas e jardins  como por exemplo a cidade de  San Remo  atrai o visitante   por seus vários pontos turísticos e  pela História da região.

A Riviera di Levanto possui várias aldeias a beira mar. Portofino é uma das mais luxuosas .

Conhecida como refúgio de jet sets apaixonados por náutica , o contraste do mar com a fachada das casas e a vegetação, não é sem razão  o que  diz a  lenda:  é o vilarejo mais fotografado do mundo. Situado no golfo de Rapallo,  esbanja cores, charme e megaiates ao redor de seu pequeno porto, que de tão magnifico foi declarado patrimônio histórico. De toda a Ligúria, região conhecida como Riviera italiana, Portofino é o vilarejo super freqüentado.  Nos, os turistas não nos cansamos  de contemplar e fotografar o cenário criado pelo contraste do azul do Mar Mediterrâneo  com as coloridas fachadas das casas num cenário de tirar o folego.

 Repallo também é turisticamente muito atrativa por causa de suas construções históricas e o Castelo Medieval que ainda se conserva imponente à beira mar

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Cinqueterre, a Riviera italiana

Cinqueterre, em plena  Riviera italiana,  compreende cinco aldeias: Monterosso al Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore. O litoral, as cinco aldeias e as encostas circundantes fazem parte do Parque Nacional Cinqueterre, nomeada pela Unesco como patrimônio mundial. Conhecida por sua beleza, durante séculos as construções tem seus terraços sobre a paisagem acidentada e íngreme, acima dos penhascos com vista para o mar.

De Manarola a Riomaggiore  o trem, todas as vezes que saia do túnel nos propocionava relances do Mediterrâneo, como nos avisando que aguadassemos  as paisagem deslumbrantes que logo logo veríamos.


Abaixo posto algumas paisagem de Manarola e da Via Dell’Amore que falam por si só. Nessa grade as pessoas fazem os seus pedidos e deixam qualquer objeto que tenha disponível naquele momento tão ímpar e doce porque é de coração, é deveras mágico. Aproveito o momento para postar a fotos das pessoas que foram muito importantes para que nossa viagem, apesar da Agência que contratei, tivesse um final feliz.

Isso é apenas em rápidas pinceladas um pouquinho mas um pouquinho mesmo da Riviera Italiana que muito me emocionou por sua doçura.

Proximo Post Riviera Francesa

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NoruegaFicheiro:Europe-Norway.svgFicheiro:Norway-map.png

Ocupa a parte ocidental da Península Escandinava, a ilha de Jan Mayen e o arquipélago ártico de Svalbard, através do Tratado de Svalbard.

A Noruega mantém o modelo social escandinavo baseado na saúde universal, no ensino superior subsidiado e em um regime abrangente de previdência social.  A Noruega foi classificada como o melhor país do mundo em desenvolvimento humano em todos os relatórios desde 2001 (com dados referentes entre 1999 e 2010)[ Em 2009, o país foi novamente classificado pela ONU como o melhor país do mundo para se viver. A Noruega também foi avaliada como o país mais pacífico do mundo em uma pesquisa realizada em 2007 pelo Índice Global da Paz.

A Noruega é frequentemente associada aos povos Vikings; tanto que um rei viking, Haroldo Cabelo Belo, unificou a nação norueguesa num só reino, em meados do século IX e século X. Os vikings ajudaram a colocar a Noruega no mapa cerca de um século mais tarde. A Era Viking foi um período importante para a formação da cultura norueguesa e mitologia nórdica, nessa época os noruegueses conquistam a Groenlândia e a Islândia, fundam cidades na Grã-Bretanha e Irlanda (entre elas a capital, Dublin), e navegam até a costa canadense, sendo os primeiros europeus a pisarem na América.

Uma das visitas mais interessantes em Oslo é ao Vikingskiphuset. Este museu tem em exposição três embarcações Vikings, encontradas depois de permanecerem enterradas por séculos. A mais impressionante é a Oseberg, construída no século 9. Na época Viking, era costume enterrar reis e rainhas junto de suas embarcações. Pois este barco de 19 metros de comprimento serviu como túmulo de uma rainha Viking e seus escravos. Graças a este estranho ritual, e às características do terreno onde o Oseberg foi enterrado, hoje podemos apreciar esta embarcação num estado quase perfeito, inclusive com vários pertences, ferramentas, e ornamentos daquela civilização sobre a qual sabemos tão pouco. O Museu Viking está situado na península de Bygdøy, cerca de 8 km do centro.  Eles eram originários da região que hoje corresponde aos países Nórdicos (Noruega, Suécia e Dinamarca). Enquanto os Vikings da Suécia e Dinamarca partiram para conquistar territórios da Europa do leste e oriente, os Vikings da Noruega partiam rumo a Inglaterra, Norte da Alemanha e França, tendo chegado até a América do Norte. 

Hoje já sabemos que não foi Colombo o primeiro homem Europeu a chegar ao novo mundo, e sim  Leif Eirikson, um Viking, 500 anos antes. Entre as cidades conquistadas pelos Vikings estavam Paris, Londres, Jerusalém, Constantinopla e Lisboa. Estiveram ainda no Império Bizantino, Rússia norte da África. Atacando, pilhando, aprisionando homens para fazê-los escravos, e raptando mulheres para servi-los, eles aterrorizaram praticamente metade do mundo então conhecido.

Além de exímios guerreiros, navegadores, aventureiros e ambiciosos, um dos fatores determinantes para tornar os Vikings tão poderosos foram suas excelentes embarcações. Eram geralmente construídas com madeira de carvalho, e sua técnica de construção era primorosa. Eram simples, com cerca de 30 metros de comprimento e 5 de largura, sem cobertura e com apenas uma vela amarrada a um mastro central. A influência da civilização Viking foi marcante em toda Europa. Diversos povos tiveram palavras Vikings incorporadas ao seu idioma, e muitas cidades da França, Inglaterra e Rússia tem até hoje nomes de origem Viking.Os fiordes (fijords) são canais que entram terra a dentro, geralmente ladeados por altas escarpas e montanhas, e se tornaram uma das marcas registradas da Noruega. Diversos navios organizam roteiros de um ou mais dias por fiordes diferentes.

Parque Vigeland– a vida em suas diferentes faces. Representa a vida como  verdadeiramente ela é. Os noruegueses criticaram as esculturas nuas, mas ele respondeu que a vida em que ser representada como é e não comom querem. Fez as esculturas sem ganhar e pagando bem os seus assistentes, pois não precisava de dinheiro. Ele já ganhava dos ricos que encomendavam suas esculturas.

 

Bergen ou Berga é o nome da segunda maior cidade da Noruega, com uma população de aproximadamente 250 mil habitantes. A cidade está cercada por sete montanhas, o que lhe confere uma bela paisagem, mas também o título de cidade mais chuvosa da Europa.

Bergen é um centro de cultura, comércio e universitário na costa oeste da Noruega

A parte antiga da cidade ligada à baía, chamada Bryggen, circundada por casas datando do tempo da Liga Hanseática, passou a integrar a lista do património da humanidade da Unesco, em 1979.

 Na ida para os Fiords paramos em alguns lugares espetaculares aqueles que são verdadeiros colírios para os olhos:

Lillehammer  capital do SKI. Outro lugar estonteante foi LOM KOMMU Navegar   através dos fiordes Aurlandsfjord e Naeroyfjord, este último inscrito desde 2005 na exclusiva lista de locais Património da Humanidade da UNESCO, e aindaLUSTRE KOMMUNE percorrer a velha e curvilínea estrada de Stalheimskleiva e a desnivelada linha-férrea de Flam

   Com relação aos Fiordes ponto alto da Viagem, O  Naeroyfjord,  mais estreito fiorde da Europa, e cujas montanhas que acompanham as suas águas atingem, alguns locais, os 1.800 metros de altitude.   Colírio para os olhos.

Fotos dos Fiordes em direção a ULVIK – Fiordes dos Sonhos

 ULVIK – Um lugar longe, muito longe de minha casa, de todas as pessoas que me são queridas, onde de fato estava longe, muito longe…..  mas foi onde senti o que é paz. Nosso Hotel ficava de fronte para o Fiorde dos Sonhos. Foi de fato um sonho real.

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O Pólo Parque dos Lençóis, situado no litoral oriental do Maranhão, envolve os municípios de Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro e Barreirinhas. Seu maior atrativo é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, belo e intrigante fenômeno da natureza, que tem Barreirinhas como principal portão de entrada. As fotos a seguir são de Barreirinhas.

Praias – Ponta do Mangue, Moitas, Vassouras, Morro do Boi, e Barra do Tatu são algumas das belas praias que esperam pelo turista em Barreirinhas. Chega-se de barco a todas elas, partindo-se da sede do município.        O  O Parque  O Parque Nacional dos Lençóis é um Paraíso ecológico com 155 mil hectares de dunas, rios, lagoas e manguezais. Raro fenômeno geológico, foi formado ao longo de milhares de anos através da ação da natureza. Suas paisagens são deslumbrantes: imensidões de areias que fazem o lugar assemelhar-se a um deserto. Mas com características bem diferenciadas. Na verdade chove na região, que é banhada por rios. E são as chuvas, aliás, que garantem aos Lençóis algumas das suas paisagens mais belas. As águas pluviais formam lagoas que se espalham em praticamente toda a área do parque formando uma paisagem inigualável. Algumas delas, como a Lagoa Azul e Lagoa Bonita já são famosas pela beleza e condições de banho.

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Como conhecer essa maravilha que a natureza nos propociona? 

– De Barreirinhas até o Rio Preguiças, onde se atravessa de balsa,  utilizando veículos apropriados 4×4, por meio do qual se chega até o início das dunas, numa espécie de estacionamento dos  veículos4x4. 

Mas qualquer que seja o meio de Transporte escolhido a partir de São Luís, a estrada para o Parque dos Lençois é a mesma e só pode ser feita em veículo apropriado, conforme acima demosntrado através das fotos.

– De avião bimotor e monomotor, a partir de São Luís, chega-se a Barreirinhas em 50 minutos, em média. A vantagem desse meio de transporte é poder apreciar as belíssimas paisagens aéreas dos Lençóis.

 

Qual é a melhor época para visitar os Lençóis?

Qual é a melhor época para visitar os lençóis maranhenses? Existe mesmo uma época correta para se visitar os Lençóis Maranhenses?

Existe sim um perído mais favorável!

Durante todo o ano é possível visitar os lençóis maranhenses e encontrar lagoas para se banhar mas, como as lagoas se formam com o acúmulo da água da chuva, a falta de chuvas pode esvaziar algumas das lagoas dependendo do período do ano.

Chove durante todo o primeiro semestre, de dezembro a junho, e as chuvas costumam terminar pouco antes do início das festas juninas, que inauguram o início da alta temporada no Maranhão.

Portanto, para visitar os Lençóis Maranhenses especificamente o ideal é ir logo após o período de chuvas, pois costumeiramente as lagoas estão bastante cheias. Mas, como dito, durante todo o ano é possível aproveitar as belezas da região, que não se limitam ao Parque Nacional.

AGUARDEM O PRÓXIMO POST NORUEGA

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 No Buthão conhecendo: Thimpur, Paro e PunakaMapa da Butão (Ásia)

O Butão é uma nação muito montanhosa, de interior, situada na Ásia. Os picos do norte atingem mais de 7 000 m de altitude, e o ponto mais elevado é o Gangkhar Puensum, com 7 570 m, que nunca foi escalado. A parte sul do país tem menor altitude e contém vários vales férteis densamente florestados, que escoam para o rio Bramaputra, na Índia.

A maioria da população vive nas terras altas centrais. A maior cidade do país, a capital Thimphu (população de 50.000 habitantes), situa-se na parte ocidental destas terras altas. O clima varia de tropical no sul a um clima de invernos frescos e verões quentes nos vales centrais, com invernos severos e verões frescos nos Himalaias.

 O Buthão esta sendo a parte mais linda da viagem. Já no aeroporto cuja arquitetura é estonteante, tem um cartaz com o Rei que diz: “103 anos de Paz, harmonia e felicidade”.

O País todo tem 700 mil habitantes e a capital, Thimpur, tem somente 50 mil. Tudo aqui e muito lindo. A natureza é muito pródiga.consiste em um Rei que tem como competência fiscalizar para que não haja corrupção e nada falte para o povo. Tem presidente, primeiro ministro e um partido de oposição. Foi o Rei quem resolveu que deveria ter eleições, pasmem, o povo não queria, pois ele é muito querido. Ele até hoje distribui 100 dólares para cada habitante.THIMPUR

 O País vive 90% da agricultura, os outros 10% do turismo, que eles tomam muito cuidado para que não interfira na vida e costumes do povo.

 Mais sobre o Buthão:
Religião – Budismo Tântrico

Analfabetismo-Zero

Uns Pais com muita água – 34 rios super limpos.

Poluição-nem pensar. Não usam ar condicionado, não se vende cigarros e não se fuma, os carros são novos.

Exportam energia para Índia

Ate 20 anos atrás o País era muito pobre e atrasado. A partir de 1960 o Rei pai que era super jovem resolveu mudar a situação do País. Aos 50 anos abdicou em favor do filho que hoje é o mais novo monarca do mundo (31 anos). Atualmente verificam-se muitas benfeitorias. A arquitetura é magnífica. E as novas construções, que são muitas, seguem o mesmo design.

Estamos hospedados a 2200 metros de altitude, (com a altura estou mais lesa que de costume), imaginem as casas no alto das montanhas e o vale serpenteado por límpidos rios. Só paisagem por onde se anda e olha. Diria que é deveras o País da PAZ.

Aqui não é o PIB que conta e sim outro índice o FIB – felicidade interna bruta – aqui a satisfação do povo é mais importante que tudo. Existe um ministério da Felicidade em vez da economia.

Existem 23 critérios:

Saúde, governança, educação, uso do tempo etc… . Eles acreditam que uma pessoa iluminada é uma pessoa feliz. Eles têm como princípios: 1- preservação das tradições budistas (se concentrar na busca da felicidade através do Budismo) 2- Cuidar da natureza, 3-crescimento econômico e 4- bom governo.

Tenho muuuito mais para contar e fotos para mostrar.

“tudo é possível,

nada é impossível

e nada é seguro”

Ninho do tigre – Mosteiro Taktshang

O Butão tem sua economia essencialmente baseada na agricultura, extração florestal e na venda de energia hidroelétrica para a Índia. A agricultura, essencialmente de subsistência, e a criação animal, são os meios de vida para 90% da população. É uma das menores e menos desenvolvidas economias do mundo.
Em 2004, o Butão foi o primeiro país do mundo a banir o consumo e a venda de cigarros. A renda per capita é de cerca de 1.400 dólares.O Butão é uma monarquia constitucional. O chefe religioso do Reino, o Je Khenpo, goza de uma importância quase idêntica à do rei.

Depois de um histórico discurso do rei Jigme Singye Wangchuck, no dia nacional, em Dezembro de 2006, abdicando a favor do seu filho e anunciando a realização de eleições democráticas, os butaneses foram às urnas a 24 de Março de 2008, terminando assim mais de um século de monarquia absoluta.

Thimpur

AGUARDEM AS FOTOS QUE BREVEMENTE VOU POSTAR sobre cada cidade visitada.

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Nepal

O Nepal é um pequeno país localizado no sul da Ásia, entre a Índia e a China (Tibete). O seu tamanho contrasta com uma superpopulação estimada entre 22 e 23 milhões de habitantes, tem uma das maiores densidade demográficas do continente, com 153 habitantes por quilômetro quadrado. O país é costeado pelas altas montanhas do Himalaia, com vários picos de mais de 6000 metros de altitude, destacando-se entre estes o Monte Everest, o ponto mais alto da Terra, com 8 848 m, na fronteira norte com o Tibete (China). O Nepal é conhecido como “o teto do mundo”. A população nepalesa é composta de 12 etnias, que convivem harmoniosamente. É um país sem costa marítima. A capital Katmandu tem aproximadamente 800 mil habitantes. O país divide-se em 14 estados e 75 distritos. A maior parte da população vive em vilas nas montanhas, que são demarcadas por regiões e números. O clima é frio, porém somente nas montanhas há incidência de neve.

O Nepal conta com uma das maiores diversidades de flora do planeta. A presença de grandes altitudes, o clima e o solo da região dentro de uma pequena extensão gerou esta diversidade. É estimada a existência de aproximadamente 7000 espécies de flores de plantas no Nepal e aproximadamente 5% delas não nascem em outras regiões do mundo.

Reza a  lenda  que o vale de Catmandu foi nas suas origens um belo lago no qual flutuava a  flor de lótus da qual emanava uma mágica luz. O patriarca chinês Manjushri decidiu, ante tanta beleza, drenar a água do lago para que a flor pousasse no solo e utilizou sua espada para cortar a parede que fechava o vale e permitir que a água saísse. No lugar que o lótus pousou, o patriarca construiu um templo, a estupa de Swayambhunath e uma pequena aldeia de madeira denominada Manjupatan. Se desconhece se esta lenda contém alguma verdade. Mas o certo é que os geólogos comprovaram que o vale já foi coberto de água.

O Nepal pode ser dividido em três regiões geográficas distintas: o Terai ao sul, com altitudes entre 400 e 1000 metros, geográfica e culturalmente semelhante à Índia; a região dos Vales, com altitudes entre 1 000 e 2 000 metros, onde está Katmandu e Pokhara; e a região do Himalaia, com altitudes superiores a 2 000 metros.

As principais cidades desta nação são, além da capital, a cidade-lago de Pokhara e Lumbini, onde nasceu Sidarta Gautama, conhecido como o Buda. Têm grande importância para o turismo, sendo reconhecidas pela UNESCO devido ao valor histórico .

A agricultura emprega 90% da mão-de-obra, tornando o país grande fornecedor de arroz para a região.

Outrora uma monarquia (absoluta na maior parte da história), o Nepal tornou-se uma república parlamentarista em 2008, após um acordo entre os partidos políticos e as facções guerrilheiras rebeldes, tendo como pano de fundo a crescente insatisfação popular com o autoritarismo do último rei, Gyanendra.

Dizem que as coisas estão melhorando por aqui. Antes o País era monarquia. O rei foi afastado por corrupção e assassinato do irmão e cunhada. Hoje é uma “democracia”. O presidente atual é do partido do Mao (na época do rei eram terroristas super procurados) e o primeiro ministro é da oposição. Depois explico a historia do Rei. Sei que hoje ele está sendo julgado e se for declarado inocente, retorna ao poder. No palácio e museus ainda tem a guarda do rei que aguardam sua volta.

A cidade de Katmandu

 O centro é muito charmoso e bem diferente de tudo que conheci

. Cada Templo de tirar o fôlego.

As fotos abaixo tentam representar  o que estou querendo dizer

  Em 1990 o rei dissolve a Assembleia e se forma um novo governo com K.P. Bhattaral como primeiro-ministro. O monarca apresenta uma nova constituição na que se estabelece a democracia multipartidarista.

Em 15 de Janeiro de 2007 entrou em vigor uma constituição provisória que preparará a realização de eleições para uma Assembleia Constituinte. De acordo com a nova constituição o rei está destituído dos seus poderes.

Em 24 de dezembro de 2007, os partidos políticos do país, incluindo os governistas e os poderosos ex-rebeldes maoistas, colocaram-se de acordo para abolir a monarquia a partir do primeiro semestre de 2008, com a nova constituição.

 

O famoso posto de Naamche Bazar Khumbu, na região próxima ao Monte Everest. A cidade é construída em uma plataforma que lembra um gigantesco anfiteatro grego.

Os nepaleses são descendentes de três grandes migrações da Índia, Tibete, norte da Birmânia e Yunnan, através de Assam.

Katmandu, com uma população de cerca de 800 000 habitantes (região metropolitana: 1,5 milhões), é a maior cidade do país. A maior religião é o Hinduísmo, com mais de 80% da população a seguir esta religião.

O Nepal é um país multilingue, multirreligioso e a sociedade é multiétnica.

Templo em Patan.

O executivo compreendia o rei e o conselho dos ministros (o gabinete). O líder da aliança ou do partido que obtivesse a maioria dos lugares em uma eleição era nomeado como o ministro principal. O gabinete era nomeado pelo rei por recomendação do ministro principal. Os governos do Nepal tendiam a ser altamente instáveis; nenhum governo sobreviveu por mais de dois anos desde 1991, por colapso interno, dissolução parlamentar, pelo monarca ou por recomendação do ministro principal de acordo com a constituição.

O movimento em abril de 2006 trouxe uma mudança na naçãm governo que manteve conversações da paz bem sucedidas com os rebeldes maoio. O rei autocrático foi forçado a deixar o poder. A câmara de representantes dissolvida foi restaurada. A câmara de representantes deu forma a ustas. Uma constituição interina foi promulgada e criada uma câmara de representantes interina com membros maoístas. O número dos assentos foi aumentado para 330. O processo da paz em Nepal deu um grande passo adiante em abril 2007, quando o Partido Comunista do Nepal (Maoista)se juntou ao governo provisório do Nepal.

Depois do acordo de 23 de Dezembro de 2007, foi estabelecida a república em 2008; uma maioria simples do conjunto constituinte, a ser eleita em 2008, votou pela abolição da monarquia.

A assembleia constituinte do Nepal decidiu abolir a 25 de Maio de 2008 a única monarquia hinduísta do mundo e fazer nascer a mais nova república, depois dos rebeldes maoistas terem vencido as eleições de 10 de Abril de 2008.Economia

O Nepal é uma nação pobre, com uma economia baseada na agricultura e no turismo. Cerca de 90% dos habitantes trabalham na agricultura, principalmente no cultivo de arroz.

A influência indiana, cada vez mais forte, em pouco tempo originou uma sociedade de castas fortemente indianizada e poderoso centro budista.

O turismo cresce desde que a democracia foi restaurada, em 1990, ajudado pela abolição das restrições a estrangeiros em 18 áreas, a noroeste do país. Lumbini – a terra natal de Buda – e a cidade-lago de Pokhara estão entre as principais atrações.

 

Meninas hinduístas vestidas com roupas típicas durante celebração religiosa. As meninas mais ao alto estão representando os deuses Vixnu e Lakshmi e as duas mais abaixo os deuses Krishna e Radha.

A cultura nepalesa é muito variada, refletindo as diferentes origens étnicas de seu povo. Como cerca de 80% da população é hinduísta, a cultura nepalesa tem muitos costumes, crenças e tradições hindus. Entretanto a influência do budismo, que abrange cerca de 10% da população, é grande. As duas religiões coexistem e ritos hinduístas e budistas que acompanham o nascimento, o casamento e a morte são praticados conjuntamente.

O folclore é uma parte integrante da sociedade nepalesa. Contos folclóricos estão enraizados na realidade do dia-a-dia. Contos de amor e de batalhas, bem como demônios e fantasmas, refletem o estilo de vida local, bem como suas culturas e crenças. Muitos contos folclóricos nepaleses são contados mediante a integração de dança e música.

O ano nepalense começa em meados de abril e está dividido em 12 meses. Sábado é um dia oficial de descanso.

Culinária

Culinária tradicional.

AGUARDEM o próximo post : BUTÃO

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