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Archive for the ‘Vivenciando a Geografia’ Category

BUDAPESTE
A Hungria encontra-se no coração da Europa e tem aproximadamente 93.000 km² de extensão e conta 10 milhões de habitantes. A cidade capital tem 1,7 milhões de habitantes sobre um território de 525 quilômetros quadrados.
 Fundada em 1873, Budapeste é a capital da a.  Localiza-se nas margens do rio Danúbio e possui 1 712 710 habitantes com uma área 525,2 km².
A cidade é cortada pelo Rio Danúbio, um dos maiores e mais famosos da Europa.  Além de importante eixo comercial,  faz parte da história dacidade. e de vários  países da Europa . O  rio que corta a cidade, o Danúbio Azul, e foi celebrado na valsa de Strauss, não é azul, pasmem, a cor é mais para o verde.

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No lado direito do rio Danúbio vê-se Peste. No lado esquerdo está Buda. Oficialmente unidas desde 1873, as duas formam a cidade que ficou conhecida como Rainha do Danúbio. Hoje nem parece uma cidade que teve uma história conturbada, de invasões e lutas, ela agora está mais bela do que nunca. Arte, cultura, arquitetura, culinária e ricas tradições fazem da capital da Hungria um convite irrecusável para uma visita, e como vale a pena.

Arquitetura ao longo do Danúbio mostra a riqueza cultural de Budapeste, na Hungria

Budapeste tem 10 pontes  sendo a mais conhecida a Széchenyi Lánchíd (Ponte das Correntes). Os edifícios mais característicos e importantes são o Castelo de Buda (Budai Vár), o Parlamento de Budapeste (Országház), a Praça dos Heróis e o Teatro Nacional de Budapeste, divulgados nos mais conhecidos cartões-postais da cidade, que tem, como  turismo, uma fonte de rendimento de crescente importância. No centro a praça mais visitada é a praça Vörösmarty.

Vista da Praça dos Heróis, um dos ícones da cidade.Vista da  Praça dos Heróis, um dos ícones da cidade. A colunata de 36 metros de altura existente na Hösök Tere (Praça dos Heróis) também é outro dos marcos turísticos de Budapeste. Nela estão representadas as figuras dos reis húngaros e outros vultos famosos das guerras de independência, além de estátuas representando a guerra, paz, conhecimento e glória. No topo da colunata está situado o anjo Gabriel. É uma praça agradável, e muito freqüentada pelos moradores da cidade, principalmente aos domingos e feriados.

Frente a ela situam-se os elegantes prédios da Galeria de Artes e Museu de Belas Artes. O Museu de Belas Artes possui a a segunda maior coleção de pintores espanhóis na  Europa (depois do museu Prado em Madri). O museu tem quadros de El Greco, Murillo, Velásquez, Goy alé de uma bela seleção de impressionistas franceses e pintores flamencos, arte de Italia dos séculos XVII e XVIII.

Os edifícios de fachadas rendilhadas, ricamente ornamentados com detalhes em mosaicos, arabescos, elementos orientais e grandes figuras humanas pretendendo sustentar as fachadas são a primeira das belas e agradáveis surpresas de Budapeste.

A arquitetura revela a história da cidade, deixa evidente a influência da ocupação turco-otomana e mostra toques folclóricos, como buquês de flores e pássaros, num típico exercício do nacionalismo húngaro. Outros edifícios relembram, na grandiosidade dos espaços, a nobreza da cidade que um dia dividiu com Viena a sede do Império Austro-Húngaro. Com um jeitão urbano que lembra Paris, Budapeste ganhou o aspecto atual nos anos 1890, quando muitos dos magníficos edifícios foram construídos, na comemoração do seu 1000º aniversário.

Mas tudo isso é pouco, porque a beleza da cidade se espalha por toda parte, ao longo do Danúbio e de suas belas pontes que unem as duas partes do local: na margem direita, Buda, a colina onde fica o Distrito do Castelo, cheia de história; na esquerda, Pest, a parte plana e mais animada da capital húngara, com muitas lojas, restaurantes, hotéis, teatros e parques.

Praticamente renascida depois da 2ª Guerra Mundial, e tendo ganhado a renovação de seus tempos de glória após o fim do comunismo, a cidade tem oferta cultural permanente, seja em museus ou concertos, ou mesmo na saborosa e calórica culinária, com destaque para os doces e bolos preparados com esmero desde os tempos em que Sissi, a imperatriz, frequentava a cidade.

Três cidades nos dois lados do Danúbio

Já um pequeno passeio à Budapeste mostra-nos milagres da capital dos Magiares. Basta ir à beira do Rio Danúbio, Buda, Óbuda ou Peste, nas três partes que se uniram durante a “Belle Époque” da Monarquia Austro-Húngara, formando agora uma única cidade no nome. As três antigas cidades são ligadas por nove pontes, e a história vê-se em cada canto, nota-se em cada momento da vida da capital húngara.

Buda é a  parte da cidade com mais colinas, selvas, zonas verdes e parques. Buda é muito mais residencial , onde é agradável se viver em harmonia com a natureza. Em Peste começa a grande Planície Húngara, é totalmente plano, tem edifícios espetaculares, construídos no século XVIII e XIX. Com estilos da monarquia (barroco, neo-renascentista, e de “secession” quer dizer modernismo), e ao longo das grandes ruas (rings, bulevares ou circulares) e das avenidas observa-se muitas  lojas e centros comerciais. Nas noites de verão as esplanadas e avenidas ficam lotadas com pessoas curtindo a vida noturna. Buda, Óbuda e Peste completam-se totalmente.

O Danúbio é o rio mais importante da Europa, e é o segundo maior depois do Rio Volga (na fronteira de Ásia e Europa). Durante muito tempo não se construíam pontes sobre o Danúbio. No século XIX foi construída a primeira ponte, a Lánchíd, (Ponte das Correntes) para fazer o contato entre Peste, Buda e Óbuda. Atualmente a capital possui nove pontes, duas delas são dedicadas exclusivamente a estrada de ferro, e as demais sete para o tráfego de veículos e pedestres.

Peste é mais comercial, mais política, tem mais vida noturna, e Buda é mais residencial. Muitas pessoas atravessam as pontes varias vezes durante o dia, assim o trânsito entre Buda e Peste nunca pára.

Origem de Budapeste

O nome de Buda não tem nenhum contato com o deus Buda, ou Budismo, e o nome Peste não têm ligação nenhuma com a epidemia, a peste. Ambos os nomes têm origem numa remota língua eslava. Assim, o nome Buda foi um mau-entendimento da palavra eslava “vadá”, que significa água e Peste significa forno ardente para fabricar ladrilhos. Tudo isso tem a ver com as fontes termais da cidade. Budapeste e quase toda Hungria dispõe de uma grande riqueza de fontes termais. Isto significa que toda a terra é de origem vulcânica, e abaixo do solo ocorrem movimentos de vulcanos e águas quentes, onde criaram-se sistemas de grutas, lagos subterrâneo e grandes números de fontes de águas quentes (de 40 á 76 graus Celsius, quase ferventes). E na base destas fontes, foram construídas as termas, durante o império romano. As termas têm a água muito quente, entre trinta e quarenta graus. Essas águas são muito recomendáveis contra doenças como reumatismo, doenças do estômago, e ajudam a circulação do corpo, como também  é utilizada para o rejuvenecimento.

A historia da cidade

Para conhecer  a cidade, é importante saber  um pouco da história de Hungria. A metade ocidental do território atual já foi habitada pelos romanos da antiguidade, é por isso que até hoje encontramos vestígios romanos neste território. Depois da queda do Império Romano, que eram povos bárbaros, por ex. os visigodos, avaros e os hunos que habitavam esta zona.

O povo Magiar (que quer dizer húngaro, em húngaro) tem as suas origens na Ásia. Originalmente, viviam nas planícies asiáticas entre condições nômades e depois de larga migração em vários países chegávamos às estepes da Hungria atual e no ano 896 conquistáramos a Bacia dos Cárpatos. Ficaram instalados nesse lugar, aceitaram o cristianismo e o Santo Estevão, que originalmente era um chefe pagão, recebendo a coroa do Papa, e coroado no ano 1000 como primeiro rei de Hungria. Ele tinha grande mérito a ter cristianizado o povo pagão, e assim é que o povo húngaro conseguiu sobreviver tantos séculos, em contrário dos povos nômades como os hunos de Attila que desapareceram totalmente.

Mas , nem todos os húngaros ficaram contentes com a cristianização e levantaram-se muitas vezes, e mataram os chefes católicos. A Colina de São Gerardo em Buda tem se o nome, pois é nesta colina, onde o primeiro bispo dos Magiares, São Gerardo foi colocado em uma pipa e atirado para o rio Danúbio pelos pagãos.

A Praça

No meio da praça está fixada uma coluna, e ao redor desta se vê os chefes das sete tribos húngaras: Árpád, Előd, Ond, Kond, Tass, Huba e Töhötöm. No alto sobre a coluna já podemos observar o símbolo da Hungria, a católica: o arcanjo Gabriel. Numa galeria semi-redonda encontramos num lado: os reis e chefes mais importantes da história húngara: Santo Estevão, o fundador, São Ladislaus, Kaloman, o sábio, Béla IV, o segundo fundador do país, os dois reis da dinastia Anjou: Carlos Roberto e Luis Grande. No outro lado vê-se o conde János Hunyadi, o vencedor dos turcos, o seu filho, Matias Corvinus, o justo rei renessantista e humanista, os três príncipes de Transilvânia, lutadores contra os turcos e os dois chefes de revoluções: Ferenc Rákóczi II. e Lajos Kossuth.

Túmulo do soldado desconhecido

A Praça dos Heróis fica ligada com o centro de Peste com uma avenida espetacular e muito imponente com a sua extensão de 2,5 quilômetros: a Avenida Andrássy, onde antigamente (no principio do século XIX) a aristocracia húngara tinha uma grande zona verde, foram montando a cavalo e as damas em carruagem, para ir reunir-se no território do parque municipal, para elaborar as condições da independência húngara de Áustria. Deste movimento desenvolveu-se a Grande Revolução Húngara de Independência de 1948-49. A Avenida foi construída depois, passo a passo, onde tinham os seus castelos e casas para passar o inverno. Quando o tráfego da nova moda (os automóveis) os enervou, então iniciaram obras subterrâneas, quer dizer a primeira linha de metropolitano sobre o continente europeu, que foi construído para festejar o aniversário de mil anos de existéncia da Hungria, em 1896. Os primeiros passageiros foram o Imperador Francisco Josef e a sua esposa, a belíssima Sissi. Eles ficaram contentíssimos com a construção do trem subterrâneo.

No lado de Peste

A maior parte dos prédios em Peste foi construída no fim do século XIX. Conhecemos esta época com o nome do Império Áustro-Húngaro, ou a “belle epoque”.

Nesta época, famosa e rica, construíram muitos edifícios famosos, por ex. a Catedral do Santo Estevão, a Grande Sinagoga na Rua Dohány, que representa a maior sinagoga da Europa e segunda maior do mundo inteiro. A Ópera, de que Francisco Josef, o imperador austríaco (Habsburg) que tinha medo de seguir para lá e encontrar os húngaros rebeldes, por isso a construção tinha que ser menor do que a Ópera de Viena. Só foi com essas condições que Francisco Josef deu o seu apoio para a construção. Em Peste temos também a influência francesa – a da companhia Eiffel – que ficou famoso depois de ter batido a Torre Eiffel em Paris e em Budapeste construiu a estação Nyugati Pályaudvar de caminhos de ferro em Peste, e a ponte Margarida.

A Basílica Santo Estêvão

A igreja mais importante de Budapeste e a maior também, que tem a capacidade para 8.000 pessoas, junto com o prédio do Parlamento Húngaro forma o par de edifícios mais altos da capital (96 m). O número 96 simboliza a chegada dos húngaros na bacia dos Carpatos no ano 896. A igreja foi batizada com o nome do primeiro rei húngaro, que fundou o primeiro estado húngaro, obrigou-o cristianizar e depois da sua morte o rei tornou-se santo. A igreja foi construída no século XIX sob estilo neoclássico. Chama-se basílica, mais não é uma basílica clássica, é uma igreja de forma de cruz grega. Os restos mortais, a sagrada mão direita do Rei Santo Estevão conserva-se na capela detrás do santuário. Há 2 anos os restos mortais do melhor futebolista de todos os tempos (a ballábas csatár), Öcsi Puskás está também enterrado nesta igreja. Frivolmente se diz, que não somente a sagrada direita, mas também o sagrado (pé) esquerdo está aqui nesta igreja.

Nos últimos anos há também outra novidade na igreja. Depois de vir a Buda, a segunda sede do primado da igreja católica, a Basílica Santo Estévao já tem outra função, de ser a Catedral de Budapeste.

A Grande Sinagoga

Também conhecida como a sinagoga da rua Dohány, esta é a maior sinagoga da Europa. Pode assentar 3000 fiéis. Foi construída em meados do século XIX em estilo romântico, combinando elementos neomauriscos e neobizantinos, pelos arquitetos Lajos Förster e Frigyes Feszl. O prédio deu muita polêmica, foi determinado pelos neologos, ramo de judeus mais modernizadores. A Sinagoga possui duas torres decoradas com ar mouresco, nove naves abobadadas, decoradas com tijolos art deco, tem órgão de boa acústica e outros elementos da modernidade, que o tornam num edifício único no seu estilo. No interior entende o Museu Judaico, com a história do povo judeu. A casa do nascimento de Theodor Herzl estava no lugar onde está o Museu agora. Atrás do edifício ergue-se o Arvore dos Mártires Judeus de Budapeste.

A Hungria considera-se um dos países com uma das maiores comunidades judaicas da Europa. Em Budapeste contam-se 20 sinagogas. Aos finais de agosto organiza-se o Festival Judaico de verão, com grande número de programas: óperas, concertos, filmes, exibições etc.

O Parlamento

O prédio do Parlamento Húngaro é o prédio maior e mais bonito da Hungria. Está à ribeira do Danúbio. Foi construído utilizando uma fusão de estilos arquitetônicos, (predomina o neo-gótico) inspirado no Parlamento de Londres. O edifício considera-se um dos maiores parlamentos no mundo, sobre a superfície de 18 000 metros quadrados Tem 700 salas e gabinetes, 27 entradas, nos seus 2 lados simétricos erguem-se a Câmara Alta e a Câmara Baixa, hoje é o lugar da assembléia nacional com 386 deputados. Tem uma sala central com cúpula, onde guardam a coroa do primeiro rei húngaro, do Santo Estêvão.  O edifício está muito bem decorado, com muitos detalhes e pinturas em ouro, as paredes cobertas de mármore e estátuas de piro granito, que quer dizer cerâmica muito dura. A altura da cúpula é de 96 metros, em homenagem ao aniversario da fundação da Hungria no ano 896.

De Peste para Buda – atravessando o  Danúbio

O Rio Danúbio é o mais importante da Europa. Nasce na Selva Negra e desemboca no Mar Negro. Existem enormes barcos-hoteis, cruzeiros, que atravessam uma boa parte de Europa e mostram as cidades mais importantes aos seus visitantes, como Viena, Bratislava ou Budapeste. Os passageiros podem percorrer as cidades e fazer programas de concerto, city-tours e passeios.

As pontes de Budapeste

Para ir de Buda ou de Óbuda para Peste temos que atravessar uma das nove pontes. A primeira ponte, a Ponte das Correntes (em Húngaro Lánchíd) que foi construída em 1849, é a mais bonita.

Junto á estátua da Liberdade que é o símbolo de Budapeste. A ponte de Margarida (Margit-híd) foi construída como segunda permanente sobre o Danúbio. Esta ponte faz o conexo entre as três cidades e a ilha do mesmo nome. A ilha é praticamente um enorme parque, não vivem pessoas lá, há apenas piscinas, banhos termais, quadros de tênis e campos de desportes. Recebeu o nome da filha santa do rei Bela IV, que viveu nesta ilha.

A ponte da Elisabeth é a ponte mais elegante, mais fina, parecida à mulher de quem recebeu o nome, a belíssima Sissi. No outro lado da ponte vê-se a ponte Liberdade, cujo nome original era ponte de Francisco José, denominado do imperador austríaco, esposo da Sissi. São as 4 pontes mais antigas de Budapeste, já existiam antes da segunda guerra mundial. Foram todas explodidas e toda a cidade foi destruída também. No pós-guerra retornaram-se as obras para reconstruir tudo.

A Ilha Margarida (ou Margitsziget em húngaro)

Esta ilha tem uma historia muito triste, mas os húngaros gostam muito da historia e da ilha também

Reza a lenda que certa  vez, no passado distante e romântico, um rei, o rei Béla IV,  cujo País foi invadido pelos tártaros, (mongóis) e ele, mesmo com grandes lutas, não podia vencê-los. Não teve outra possibilidade,  a não ser  prometer:  Se puderem vencer aos tártaros,  sua a filha  vai sacrificar-se como serviente de Deus.  E foi assim que a pequena foi viver com as monjas dominicanas.  Ela foi canonizada pela Igreja Católica Romana em 1943 em Budapeste, e a ilha onde Margarida  foi testemunha da vida santa, em sua homenagem, recebeu o nome dela. Hoje em dia é chamada Margitsziget – Ilha de Margarida.

Com uma extensão de 2,5 km e uma largura de 500 metros, pode ser atravessado numa volta em cerca de 2 horas em um ritmo calmo. Mas vale a pena gastar 4-5 horas aqui. Durante a ocupação turca toda a ilha funcionava como um harém.

Há mais de dez mil árvores na ilha, plátanos a maioria delas, cuidadosamente plantadas por vários jardineiros Habsburg para neutralizar os estragos das inundações. Existem várias amenidades na ilha: a Piscina Nacional, os Banhos termais Palatinus, dois hotéis, um Lido, quadras de tênis, um teatro ao ar livre, um jardim de pássaros exóticos, um jardim de rosas, um jardim estilo japonês e um jardim de esculturas. A foto abaixo é em um restaurante típico de danças e gastronomia Húngara.

 Vale Visitar

Colina do Castelo – Várhegy em húngaro

Castelo Real (com a Galeria Nacional, Biblioteca Nacional, Museu Histórico, Palácio Sándor, Teatro de Dança Húngara), é Cidade Medieval (Igreja Matias, Bastião dos Pescadores, ruínas do Mosteiro Dominicano – agora Hotel Hilton, instalado nos anos 70 ao desejo de Zsazsa Gabor, atriz húngara, naquela altura senhora do dono da cadeia Hilton. Museu da Historia Militar, Igreja Maria Magdalena, Labirinto)

De Peste, pode-se chegar atravessando à ponte das Correntes (ou Lánchíd) que foi construída em 1849, como a primeira ponte entre as duas margens do rio. A ponte é decorada por dois leões de cada lado. Desde a ponte podemos subir com o Teleférico (Bonde) da Colina do Castelo (em húngaro Budavári Sikló) e ver acima uma das vistas panorâmicas mais espetacular.

Chega-se perto do pássaro simbólico dos Magiares, aos pés do Turul. A lenda fala que foi este pássaro de fantasia que mostrou o caminho aos húngaros, para ir às planícies com águas e pastos abundantes no século nove. É assim, que os húngaros, chegando da Ásia, encontraram a nova pátria para se estabelecer para sempre.

Na Colina do Casteloavista-se  duas partes:

  • O Castelo de Buda (em húngaro Budai Vár) é o castelo histórico dos reis húngaros, construído na encosta sul da Colina do Castelo no século XIII pelo Rei Bela IV. Com o tempo, os soberanos húngaros anexaram novas alas ao forte, incluindo um Palácio Real. Depois da ocupação turca, no século XVIII foi reconstruído em estilo barroco, chamado de Castelo Real (em húngaro Királyi Vár) e Palácio Real (em húngaro Királyi Palota).
  • O Bairro do Castelo (em húngaro Várnegyed) é a Cidade Medieval de Buda, famosa pelas suas casas e edifícios medievais, barrocos e oitocentistas, no meio dela a Praça da Santíssima Trindade, a Igreja Matias e o Bastião dos Pescadores.

A Colina do Castelo, com o Castelo de Buda e a cidade medieval, junto com as Margens do Danúbio, e a Avenida Andrássy foram classificados pela UNESCO, em 1987, como Patrimônio da Humanidade.

O Castelo Real

No alto do morro, seguindo ao sul da praça central, fica o Castelo Real erguido na Idade Média, com uma última grande reforma em 1790, em estilo barroco. Depois de ser destruído totalmente na segunda guerra mundial, e renovado por fora no estilo original e dentro moderno, atualmente abriga vários museus e atrações.

Galeria Nacional (Magyar Nemzeti Galeria) ocupa a maior parte da estrutura interna do palácio. Tem uma coleção de arte que começa no século X e segue até os dias de hoje, somando mais de cem mil objetos de arte. Apresenta a maior e melhor coleção de pinturas e esculturas da Hungria

Biblioteca Nacional Széchenyi, no interior do Castelo, fundada em Budapeste em 1802, tem cerca de dois milhões e meio de volumes e mais de quatro milhões de outros documentos.

Estatuas nos pátios do Castelo

A Fonte de Matias (Mátyás Kut) encontra-se detrás da Galeria Nacional, representando a jovem camponesa, Ilonka a Bela, a apaixonar-se pelo Rei Matias durante uma caçada.

Museu Histórico de Budapeste

O Museu de História de Budapeste (Budapesti Történeti Múzeum) está localizado na Ala Sul do Castelo de Buda, estendendo-se por quatro andares. O museu apresenta a história de Budapeste desde as suas origens até ao final da era comunista. Também é nesta área que está a parte restaurada do Castelo Real Medieval, incluindo a Capela Real e a abobadada Galeria Gótica. A exposição mais interessante é a das esculturas góticas do Palácio Real. As estátuas foram feitas ao pedido do rei Segismundo de Luxemburgo, mais depois enterradas, e esquecidas. Nos anos 70 foram encontradas e agora figuram como partes de uma excelente exposição. Nos pátios exteriores podem ser vistos os jardins construídos nos medievais “zwingers” (vedações muradas). Dos jardins podemos ver uma maravilhosa vista da área circundante, a cidade medieval de Buda. Como partes do Castelo Real existem ali varias escavações e ruínas da época medieval. Muitas destas podem ser acedidas.

A Igreja Mathias

A Praça da Santíssima Trindade (Szentháromság tér) é a praça central do morro, em frente está um prédio gótico, construído no século XIII, como igreja consagrada á Nossa Santíssima Senhora. Na época medieval servia como igreja principal de Buda, aqui se proclamaram as guerras. O famoso rei Mathias decidiu construir uma torre e casar-se nesta igreja – até duas vezes! Por isso é que a igreja chama-se Mathias (a não confundir com São Mathias, o apóstolo). No século XVI os turcos ocuparam o distrito e converteram a igreja em uma mesquita. Pintaram-se as paredes em branco e evitaram representar figuras humanas ou animais.

O templo foi lugar de importantes acontecimentos como a coroação de Franz Josef e Elisabeth (Sissi) ou do último rei húngaro, Karl IV. Diz à lenda que em 1686 a Virgem apareceu aos turcos, que estavam orando. Eles tomaram como um sinal de derrota e perderam a cidade de Buda contra os Húngaros.

No final do século XIX. a igreja foi totalmente renovada, limpada dos diferentes estilos, e mantendo a estrutura gótica das muralhas, foi repintada, lembrando-se das épocas principais como templo cristão e mesquita turca.

O Bastião dos Pescadores

Foi edificado em 1895, em estilo neo-romântico, para decorar ainda mais a já fantástica Igreja Mathias e comemorar o aniversario da conquista Magiar. Constituído de sete torres, em homenagem às sete tribos magiares que se estabeleceram na bacia dos Cárpatos em 896 e fundaram o país da Hungria, Magyarország. Das torres do Bastião podemos desfrutar das vistas mais pitorescas de Peste, especialmente do Parlamento, da Ilha Margarida, da maravilhosa Ponte das Correntes e dos palácios na beira do Rio Danúbio.  O monumento incorpora ainda uma linda estátua eqüestre do Rei Santo Estevão, fundador da nação. A estátua representa Santo Estevão com a cruz apostólica na mão e recebendo a maquete da Igreja Mathias.

Igreja Maria Madalena

Não longe do Bastão fica a ruína, na parte norte do distrito do castelo. Esta igreja foi a única igreja cristã durante o período otomano. Só ficaram uma torre e uma bonita janela dos tempos medievais, os restos ficaram em ruínas. A torre tem 24 sinos que marcam o tempo, tocando a cada meia hora.

Museu de História Militar

O Instituto e Museu de História Militar estão localizados no edifício do Quartel Nándor na Colina do Castelo de Buda (Budai Vár) e reúne artefatos da história militar húngara. Além do arsenal, a coleção de uniformes, bandeiras e numismática também são significativas.

O Labirinto (Budavári Labirintus)

O Labirinto é um sistema de túneis e cavernas formando um labirinto na área baixa do Castelo Real de Buda. Nas grutas  subterrâneas que figuram uma rede de cerca de 11 quilômetros de comprimento, os primeiros vestígios do homem são de meio milhão de anos atrás. As cavernas naturais feitas pelo movimento vulcânico da terra e das águas foram pela primeira vez juntada pelos turcos para fins militares. Na década de 1930 um abrigo antiaéreo para dez mil pessoas foi criado, através da utilização de reforços de concreto. Hoje, uma seção de cerca de 1,5 quilômetros podem ser visitados.

As águas sempre escorrem nas cavernas calcárias e esta não é uma exceção. Após fortes chuvas, parece a um chuveiro em alguns lugares. A temperatura é de 14 graus Celsius, a umidade é de cerca de 90 por cento. Apenas um sinal na parede lembra-se do tempo durante a II Guerra Mundial, quando milhares de pessoas sobreviveram o cerco neste labirinto. Alguns dizem que o carteiro ainda desceu para entregar as cartas aqui.

Palácio Sándor (Sándor Palota)

O palácio de estilo neoclássico, construído no início do século XIX, foi quase totalmente destruído durante a Segunda Guerra Mundial. Localizado na Colina do Castelo, perto do Teatro do Baile Húngaro, foi em tempos a residência do Primeiro-Ministro; reformado no início deste século, agora abriga os gabinetes presidenciais.

Teatro de Dança Húngara (Nemzeti Táncszínház), foi em tempos claustro dos carmelitas, reformado durante o reinado de Josef de Habsburg segundo como teatro. Neste prédio fizeram o primeiro teatro em língua húngara (sendo alemã a língua oficial durante 300 anos dos Habsburg. É o único prédio na Hungria, que foi utilizado como teatro no século XVIII e agora também serve como teatro. Nos nossos dias abriga o instituto da dança húngara.

Monte São Gerardo (Gellért Hegy)

A colina é denominada do São Gerardo (Szent Gellért em húngaro) quem foi um monge de origem veneciana no século XI. Ele veio para ajudar o primeiro rei húngaro a cristianizar os Magiares, que, chegando das estepes asiáticas, eram nômades. O povo húngaro tem que agradecer muito a este monge, graças a ele e a força organizatória da igreja cristã todos ficaram cristãos. Fundamos a igreja católica e organizamos o estado feudalista.

A Citadella

Em cima do Monte São Gerardoavista-se a  Citadella, uma fortaleza erguida dos Habsburg no século XIX para vigiar os Húngaros rebeldes e assim evitar a repeticao da revolução 1848-49. Durante o cerco da Segunda Guerra Mundial as tropas alemãs usaram a Citadella como um bunker. Durante a II Guerra Mundial foi utilizada pelos Alemães como posto de defesa antiaérea de Budapeste e como Bunker (há três niveis abaixo da terra) onde atualmente ha o museu de cera, no exterior encontra ainda alguns artigos antiaéreas utilizadas durante a guerra. Agora a Citadella serve como parador nacional. No topo do Monte está a Estátua da Liberdade, uma figura femenina com folha de palmeira nas mãos. Oficialmente esta estátua simboliza a Liberdade, mais quando foi erguida, era mais bem símbolo da ditadura soviética para o povo húngaro. Foi Marechal Voroshilov, que ordenou a construção e durante 40 anos os húngaros tiveram que sofrer o regime do bloque soviético, só em 1989 se libertou do sistema. Naquela época também se libertaram das estátuas comunistas, como a de Lênin, de outras estátuas para “agradecer” que a gente foi obrigado a erguer. Agora estão no Parque das Estátuas Comunistas (Szoborpark), com a exceção da “Dama com palmeira” que já ficou parte integrada do Monte São Gerardo. Passeando até a estátua vêem-se todas as partes de Budapeste.

Igreja das Rochas (Sziklatemplom)

Ao pé do Monte São Gerardo encontra-se a Igreja das Rochas (Sziklatemplom). Novidade: Há dois anos encontraram uma nova gruta de cristais abaixo do Monte de São Gerardo, próximo a Citadella. A gruta tem 60 metros a 18 metros, de origem de 300-500.000 anos É uma verdadeira sensação, porque normalmente o monte São Gerardo não é adequado para a formação de cristais. Consiste de três salas, cobertas de gesso, cálcio e aragonit. A gruta vai ser declarada protegida como sítio de patrimônio mundial pela Unesco.

Mercado Central

Para fazer compras tem a  rua Váci,  onde encontra-se também lojas com produtos típicos da Hungria, mas para conhecer melhor como os húngaros fazem as compras do dia a dia, é melhor ir ao Mercado Central. É o maior mercado da cidade, instalado em um belíssimo prédio construído em 1897, situado na praça Fővám tér 1-3. Esta aberto de ter/sex 6h-18h e segundas até as 17h. Lá encontra-se de  tudo, desde, verduras, frutas, carnes para cada gosto e há inúmeras lojas de souvenir no primeiro andar!  com tudo de típico da Hungria e algo mais. No nível da rua encontra-se o verdadeiro mercado de verduras, frutas e carnes, as mercadorias para os turistas vendem-se no primeiro andar.  Há diferentes bordados, (de Kalocsa, de Matyóföld, de Transilvania etc.), porcelana e cerâmica pintadas, cristal, produtos de madeira. Fica na rua Vamhaz Korut, margem leste do Danúbio, próximo às suas margens.  

Um dos produtos  típicos da Hungria é a “paprika”, uma especiaria feita à base de pimentão com a coloração vermelho e de forte paladar. Existe a versão doce e também a picante. A paprika é usada em diversas comidas típicas húngaras, assim como ex: a sopa de “goulash”, guisado de frango “paprikáscsirke”, pörkölt ou paprikás.  Os vinhos merecem um estudo mais aprofundado. O vinho mais famoso do país vem da região de Tokaj. É um vinho doce, porque é feito de um tipo especial de uvas tardias (com botritis) e os húngaros bebem como sobremesa. O que é o mais cotidiano é a pálinka – aguardente, que pode ser feita de uvas, pêssego, pêra, cereja etc. Outra bebida famosa chama-se Unicum, que é um licor amargo,  feito de 42 ervas medicinais. Foi inventado por o médico Dr. Zwack, para o imperador austríaco Josef II, como licor digestivo, mas os Magiares costumam bebe-lo cada hora do dia, mesmo sem problemas de estômago.

Budapest é um lugar que me fascinou , uma cidade impressionantemente linda, faz parte da seleta lista de cidades do Patrimônio Mundial da Humanidade.  O Rio Danúbio, entre  Buda e  Peste,  contribui para essa imponente beleza.

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Map of Barbados

Chegando a BarbadoDSC07841

Árvore que supostamente deu origem ao nome  da Ilha de  Barbados- a figueira barbudo (ficus citrifolia) , mas é controversa. A Fundação Nacional de Barbados tem outra teoria.DSC08257

Mas deixando as teorias e controversas à parte Barbados é uma Ilha paradisiaca. Barbados é Barbados, cheia de charme, beleza e simpatia. Este Post é a continuação do anterior, conforme prometido.

As belezas de suas praias

Costa Sul- Saindo à pé de St.Lawrence Gap em Direção a Bridgestown chegamos até a praia de Carlisle Bay. As praias por que passamos são de uma beleza ímpar como a : Sandy Beach, Accra Beach, paramos no San Ann`s Fort, Prebbles Beach e  Carlisle Bay. Não dá para dizer qual a mais bonita e aprazível. As fotos abaixo dão uma pequena amostra de suas belezas.DSC07889DSC07915DSC07933DSC07976DSC07883DSC07889DSC07981DSC07931DSC07967DSC07986

No outro dia, sempre partindo de St.Lawrence Gap, fomos em direção a Oistins, a segunda maior cidade de Barbados, depois da capital Bridgestown, e visitamos as praias Dove Beach e Miami Beach, conhecida como a praia onde o mar é ainda mais verde água.

2013-01-10_DoverBeachDove Beach2013-01-10_DoverBeach122013-01-10_DoverBeach2013-01-10_MiamiBech22013-01-10_DoverBeach3Miami Beach2013-01-10_MiamiBech92013-01-10_MiamiBech102013-01-10_DoverBeach72013-01-10_DoverBeach6

Aventura rumo as praias da Costa Leste, mais precisamente Sudeste

Digo aventura pois fomos de onibus local até a praia Long Bay para voltarmos à pé para a maravilhosa praia de Crane Beach. A aventura teve seu início quando tentamos descer na praia Long Bay e caimos num condomínio fechado, um verdadeiro labirinto para nós que não o conhecíamos. Cada vez que nos aproximavamos do mar, onde só haviam belas paisagens e o mar que  insistentemente  em sua fúria se lançava sobre os rochedos,  nos deixava sem fôlego. Mas sem fôlego, literalmente falando,  ficavamos quando voltavamos a procurar  a estrada em direção a praia e acabavamos  nos emaranhado mais, ainda, no condomínio.DSC08405DSC08406DSC08403DSC08411DSC08414

E a cada vez que estavamos na direção certa ficavamos curiosas para ver como era aquele pedaço de mar. E como valia a pena, mas o duro era cair novamente dentro do condomínio e mais uma vez a procurar da saída.DSC08409

Mas finalmente chegamos ao  destino que  buscávamos, em uma das praias mais bonitas, se é que se pode eleger alguma com a mais bonita. Em fim em DSC08431 Chegamos a   Crane Beach, onde passamos o resto do dia desfrutando de sua inquestionável beleza. DSC08441Nos proporcionando ao luxo de almoçar no Resort, e que Risort.  DSC08455DSC08444DSC08446DSC08454Na foto abaixo – RisortDSC08471DSC08470  E só no final da tarde  fomos em direção a mais uma praia Foul Bay apreciar o espetáculo que o astro Rei nos proporcionou2013-01-11_AccraBeach25Outas praias da Costa Leste visitamos quando fizemos o Safari de Jeep: Praias de Bathsheba e a Litte Bay2013-01-07_Basheba2013-01-07_Basheba22013-01-07_Basheba32013-01-07_Basheba42013-01-07_Basheba52013-01-07_LittleBayAqui é bem diferente da Bastsheba. Já estamos naLitte Bay 2013-01-07_LittleBay32013-01-07_LittleBay42013-01-07_LittleBay52013-01-07_LittleBay6

A costa Norte  – Vimos quando fizemos o safari de jeep.DSC08141DSC08142DSC08143DSC08144

A Costa Oeste conhecemos quando fizemos o passeio de Catamarã2013-01-09_Catamaran72013-01-09_Catamaran82013-01-09_Catamaran112013-01-09_Catamaran132013-01-09_Catamaran17

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Map of Barbados

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 Barbados,  a pequena Inglaterra tropical!

Foi um dos lugares, por mim vivenciados,  que mais me surpreendeu positivamente. Que surpresa prá lá de agradável!!!

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Belíssimas praias, paisagens de tirar o fôlego.

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Um povo lindo e super educado, esclarecido, cidades civilizadas, muito civilizadas, povo encantador, tranquilo e solícito, atencioso no trato com o turista. Uma cultura vibrante e cheia de vida.Minha filha e eu passamos uma semana, uma intensa semana, nos deixando envolver pela vibrante cultura local. Acho  que foi suficiente para tirar algumas conclusões a respeito do local e dos barbadianos como um todo e,  se eu for pontuar de 0 a 10 eu dou:

Educação do povo 10.

Trânsito- 10 –  (circulamos a maioria das vezes à pé e outas tantas de ônibus de linhas locais e poucas vezes de taxi). Como em algumas cidades civilizadas, os veículos param  para o pedestre passar.2013-01-07_traffic-jam

Passeios10 ( fizemos vários como : submarino- que de fato submerge até 40 metros de profundidade e se observa o fundo do mar; catamarã – nadando com as tartarugas, passeio maravilhoso; safari num jeep – conhecendo a ilha por  dentro e parando para conhecer as praias das costas Norte, Oeste e Leste.

Restaurantes-10 -( comemos em restaurantes do mais simples ao muito bom, não diria ao mais sofisticado pois não era esta a nossa proposta de viagem.)

Estadia-10-  (detalhe estavamos num flat 3 estrelas e tem hotéis 5 estrelas como o Hilton, por exemplo e Risorts  cuja diária chega  até 3 mil dólares.)

Eu tenho vontade de  chamar aquele lugar de paraíso, como já chamei em outro post,  Cayo Largo em Cuba. Chamo de paraíso pela beleza, natural ainda conservada, apesar das insistentes construções, cujas as praias, ainda que públicas, têm acesso mais esparso.

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É um lugar apaixonante.  Suas praias de areias brancas, algumas, salpicadas corais.2013-01-12_WorthingBeach29DSC079312013-01-12_WorthingBeach262013-01-08_LongBay7

As  águas límpidas dessas praias nos deleita com os vários tons de verde. Observa-se, também, o tom azul que se confunde com o azul do céu bem lá no infinito. Nos fazendo entender a música…azul da cor do mar… DSC083312013-01-12_WorthingBeach282013-01-12_WorthingBeach122013-01-12_WorthingBeach152013-01-12_WorthingBeach8

cada praia  tem a sua beleza ímpar.

Nos hospedamos, minha filha e eu, na Costa Sul, em St. Lawrence Gap, abaixo da capital Bridgetown, uma ruazinha de bares e restaurantes.  Local muito agradável e alegre.  Foi de fácil acesso para  rodarmos por toda a Ilha, conforme planejamos.  Ficando por ali  estávamos perto de tudo e com condução super a mão (tanto os ônibus de linha e lotações com os táxis, estes últimos, a cada passo nosso, tinhamos que responder: no, tanks, principalmente à noite). Como não falo inglês, brincava com minha doce filha cujo inglês é fluente, que esta única fala seria minha.

2013-01-12_StLawrenceGap162013-01-12_StLawrenceGap252013-01-12_StLawrenceGap192013-01-12_StLawrenceGap212013-01-10_StLawrenceGap14Acima foto do Flat no qual nos hospedamos.DSC07858Paisagem que vislumbramos de nosso quarto no Flat.

O trecho mais sofisticadode Barbados é a costa oeste, onde o mar é mais calmo e as praias, ainda que públicas, o acesso é menor.  Ali se encontram as  mansões aristocráticas, os hotéis e resorts mais luxuosos e auto-suficientes, os shopping Centers mais sofisticados , com lojas de todas as  grifes. É considerada  a costa dos bam bam bans. Fazer um passeio de catamarã é indispensável para entender melhor a costa oeste.

As praias da costa leste, como Bathsheba, têm ondas fortes e lindas formações rochosas.

Crane Beach que é maravilhosa. (No próximo post, que será a continuação deste,  vou ilustrar com várias fotos, as praias encantadoras).

Passeios que achamos imperdíveis

Catamarã

Neste passeio, além de avistarmos  boa parte das costas da ilha de BARBADOS , principalmente a Costa Leste e Oeste,  tods os catamarãns fazem paradas para que possamos nadar com tartarugas e mergulhar  para vermos os corais, no mar de águas limpidas, onde se ver nitidamente o  fundo e as belezas que este nos proporciona. Mergulhar entre as tartarugas é muito lindo e emocionante. Elas se acercam  tanto que tocam em nossos corpos e podemos passar as mãos em seu casco de um colorido belíssimo.2013-01-09_Catamaran32013-01-09_Catamaran252013-01-09_Catamaran26

Submarino – Atlantis – só existem dois no mundo: um no Canadá em Vancouver e o outro em Barbados. É muito espetacular pelo menos para quem nunca mergulhou, como  é o meu caso. Ele submerge a 140 pés (40 metros de profundidade). É uma sensação agradável estar no  fundo do mar, mesmo  não tendo que  mergulhar.

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Safari

O jipe percorre o interior da ilha, avistando-se  florestas, antigas fazendas de cana de açúcar, fábricas de rum e desvendando as famosas costas Norte, Leste e oeste, onde observa-se paisagens imperdíveis e visita-se praias indescritíveis.DSC08139DSC08130DSC08120DSC08066DSC08064DSC08122

 Estando em Barbados, você tanto pode ir em busca da vida mais sofisticada dos resortes de luxo como relaxar nas areias brancas de suas praias,  mergulhar nas águas cristalinas ou…2013-01-10_DoverBeach5

 Barbados é uma ilha onde cada dia pode ser diferente do outro.

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Barbados- área 431 km2

Barbados é o país mais oriental das Caraíbas, situado no Oceano Atlântico, a leste de Santa Lúcia e de São Vicente e Granadinas, na área conhecida como Índias Ocidentais. Sua capital é Bridgetown. Dólar barbadiano, Língua inglesa.

Descoberta pelos espanhóis em 1492, foi visitada pelos portugueses de 1536 até 1625. Sua colonização pelos britânicos teve início em 1627-1628.

Manteve-se como colônia britânica até 1966, ano de sua independência política. Membro da Comunidade Britânica, o país é governado por um primeiro-ministro apoiado pelo Senado e pela Assembleia.

A população é de 276 607 habitantes, o que corresponde a uma densidade de 644,8 hab/km², uma das mais elevadas do mundo. As taxas de natalidade e de mortalidade são, em 2003, respectivamente, de 13,15%o e 9,02%o. A esperança média de vida atinge 77,3 anos, concorre com o Japão como os países mais longevos do mundo. O valor do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,788, sendo o terceiro mais elevado de todo o continente americano, abaixo apenas dos  Estados Unidos e do Canadá.

Os negros compõem 90% da população, seguida pelos asiáticos e os mestiços (6%), e os brancos (4%).

O país tem uma economia baseada no turismo, nas finanças (paraíso fiscal) e na exportação de açúcar e seus derivados (rum). Com excepção da cana-de-açúcar, os produtos cultivados são para consumo local.

O petróleo e o gás natural são produzidos em pequenas quantidades. O Governo incentivou o investimento na produção de medicamentos, de vestuário, de cerâmica, de vidro e de compostos eletrônicos.

A moeda de Barbados é o dólar barbadiano. Cada dólar americano equivale a dois dólares barbadiano.

Aguardem a continuação deste post, com fotos das praias.

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Amsterdã é a capital, e a maior cidade dos Países Baixos, situada na província da Holanda. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel, o rio onde fica a cidade. A cidade é conhecida por seu porto histórico, seus museus de fama internacional, sua zona de meretrício (Red Light District, o “Bairro da Luz Vermelha”), seus coffeeshops liberais, e seus inúmeros canais que levaram Amsterdã a ser chamada a “Veneza do Norte”.

A população  é de  761.262 habitantes (2009), enquanto que sua área metropolitana tem cerca de 2 milhões de habitantes. É o centro de uma vasta zona urbana contínua, denominada Randstad, que se estende de Roterdão a Amsterdã e também Utrecht, com cerca de 7.6 milhões de habitantes.

A cidade se localiza entre os rios Amstel e Schinkel, na chamada baia de IJ.  O tamanho da área urbana inteira atinge 896.96 km² mas só 718.03 km² é terra.

A composição étnica  da cidade em 2011 era de 49,7% neerlandeses e 50,3% estrangeiros. Pessoas de origem não-europeia constituíam ao todo 34,9% da população e 52,6% de pessoas menores de 18 anos de idade. Devido à imigração em larga escala vinda de países não-ocidentais e de outros países islâmicos, em poucos anos pessoas de origem não-europeia se tornarão o grupo étnico dominante em Amsterdã.

A cidade destaca-se pelo seu setor financeiro, sendo o quinto centro financeiro europeu

 Com mão-de-obra qualificada no setor logístico, a cidade destaca-se também por sua infraestrutura que reúne um aeroporto internacionalDSC09249DSC09252 e um moderno porto marítimo.DSC09257

No início do  século XVII,  considerado o Século de Ouro de Amsterdã, a cidade converteu-se em uma das mais ricas do mundo. De seu porto saíam embarcações para o mar Báltico, América do Norte, África, a  Indonésia e Brasil. Dessa forma foi criada a base de uma rede comercial mundial. Os comerciantes de Amsterdã possuíam a maior parte da  Cia Neerlandesa das Índias Orientais e Ocidentais. Essas companhias instalaram-se em países que passaram a ser colônias dos  Países Baixos. Nessa época Amsterdã era o principal porto comercial da Europa e  o centro financeiro mais importante do mundo.
A Bolsa de Valores de Amsterdã  foi a primeira a funcionar diariamente.

Transportes O transporte público de Amsterdão consiste em:

  • Conexões de trem a qualquer parte dos Países Baixos e a destinos      internacionais;
  • 5 linhas de metro;
  • 16 linhas dos famosos elétricos (bondes);
  • 55 linhas de ônibus urbano;
  • Várias linhas de ônibus regional;
  • Váriosferrys (também para ciclistas);
  • centrais de táxi
  • comboio de alta valocidade (Thalys)DSC09262

 

Estação de bonde elétrico

Bicicleta

Amsterdã é famosa pela enorme quantidade de bicicletas e é o centro mundial delas. Quase todas as ruas principais têm vias para ciclistas, e pode-se deixar a bicicleta em qualquer lugar. Em Amsterdão existem ao redor de 700.000 ciclistas (750.000 habitantes).DSC09263

Amsterdã é uma das pequenas cidades mais extraordinárias do mundo. Desde os seus canais até aos mundialmente conhecidos museus e atrações históricas

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Os museus em Amesterdã são as principais atrações turísticas desta cidade. O Museu Rijks, o Museu Van Gogh, madame toussaud, e o Museu Stedelijk são as opções mais populares, existindo porém muitas, muitas mais. Amesterdã conta com mais de cinquenta museus, que atraem milhões de visitantes todos os anos. A par da riqueza dos incríveis quadros da ‘Idade de Ouro’, poderá encontrar museus de arte moderna, filmes, teatro e fotografia e algumas peculiaridades Holandesas como a ‘Experiência Heineken’, o Museu do Ajax e o Museu Houseboat.

O publico infantil, existe também o impressionante NEMO; Museu de ciência e tecnologia localizado edifício em forma de navio.

Possui uma das melhores orquestras sinfónicas do mundo – A Orquestra Concertgebouw, e uma ópera com uma tradição bastante rica. A cidade está sempre cheia de vida com música ao vivo, em vários salas de concerto, discotecas e cafés de Jazz. No verão, concertos podem ser apreciados nos vários parques espalhados por toda a cidade.

Em bares e cafés por toda a cidade de Amesterdã musica ao vivo está presente sete noites por semana; você apenas tem de saber por onde procurar. Tudo desde Mississippi blues até bluegrass, improvisações de jazz e musica clássica, até underground hip-hop, música electrónica e dancehall reggae, você pode encontrar aqui.

 Mas o que aguça a curiosidade dos turistas é o bairro conhecido de Amesterdã Red Light District, um velho bairro da cidade parto da grande igreja chamada Oudekerk (Igreja velha), não longe da Praça Dam,. Eles vêm para observar as moças que trabalham exibindo-se cheias de charme algumas sim, outras nem tanto nas suas janelas com o celular pronto para receber ligações dos fregueses.

Aguardem as fotos

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Istambul (em turco: İstanbul), a antiga Bizâncio e Constantinopla,  é a maior cidade da Turquia, com 13 120 596  habitantes na sua área metropolitana (2010). A grande maioria, (98%) da população, é muçulmana, mas também há um grande número de laicos e uma minoria de cristãos e judeus.

A cidade ocupa ambas as margens do Estreito do Bósforo e do norte do Mar de Mármara, que separam a Ásia da Europa no sentido norte-sul, uma situação que faz de Istambul a única cidade que ocupa dois continentes.  A parte que fica no continente Europeu, por sua vez, tambem é dividida em duas: A parte moderna e a parte antiga, que são separadas pelas águas do estuário, Cuerno de Ouro ( Golden Horn).

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Foi antiga capital de três impérios sucessivos: Romano, Bizantino e Otomano. Com a fundação da República Turca em 1923,  o regime passou a ser democrático, foi abolido o Sultanato, a mulher passou a ter seus direitos iguais aos  dos homens e  o estado não domina a religião.

É a capital da área metropolitana (büyükşehir) e da província de Istambul, a qual faz parte da região de Mármara.  No passado foi a capital administrativa da Província de Istambul, na chamada Rumélia ou Trácia Oriental. Foi denominada Bizâncio até 330 d.C., e Constantinopla até 1453, nome bastante difundido no Ocidente até 1930. Durante o período otomano, os turcos chamavam-na de Istambul, nome oficialmente adotado em 28 de março de 1930. A história recente da Turquia foi traçada por Atäturk (Pai dos Turcos). Foi ele quem, em 1922, acabou com os privilégios dos sultões e trouxe democracia ao país. Além disso, aboliu a complicada escrita Árabe-Otomana e introduziu o alfabeto ocidental. Atualmente, embora a capital do país seja Ancara, Istambul continua a ser o principal polo industrial, comercial, cultural e universitário (aí estão sediadas mais de uma dezena de universidades) do país. É a sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, sede da Igreja Ortodoxa.

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Em 1940 e início dos anos 1950, a cidade sofreu grandes mudanças urbanísticas. Foram construídas novas praças (como a Praça Taksim, o centro da cidade moderna), avenidas e edifícios.  O crescimento da população de Istambul começou a acelerar rapidamente nos anos 1970, com o afluxo de pessoas da Anatólia para trabalharem nas  novas fábricas que foram construídas nos subúrbios da metrópole em expansão. Este súbito aumento populacional provocou  grande procura de habitação e muitas  aldeias e florestas que rodeavam a cidade foram absorvidas pela grande área metropolitana de Istambul.

O Bósforo (em turco: Boğaziçi) é um  estreito que divide em duas partes a cidade de Istambul e separa fisicamente a Rumélia na Europa, da Antólia na Ásia,  ligando o Mar Negro a norte, com o  Mar de Mármara, a sul, que por sua vez está ligado ao Mar Mediterrâneo pelo estreito de Dardanelos.

É usual dizer que a cidade tem dois ou três centros, conforme se considere ou não que na parte asiática também existe um centro. No lado europeu há duas zonas com mais destaque em termos de movimento de pessoas e patrimônio cultural: o mais antigo, onde se situava o núcleo da antiga  Bizâncio e Constantinopla, correspondente ao atual distrito de Fatih, fica a sul do Corno de Ouro, enquanto que Beyoğlu, a antiga Pera e onde se situava o bairro europeu medieval de Gálata, fica a norte. O centro da parte asiática tem contornos menos precisos, e ocupa parte dos distritos de Üsküdar e Kadıköy.

Costuma-se dizer que Istambul tem três centros devido à divisão criada pelo Bósforo e pelo Corno de Ouro: um na península a sul do Corno de Ouro onde foi fundada Bizâncio, cujo principal marco é Sultanahmet, outro na outra margem do Corno de Ouro, cujo principal marco é a Praça Taksim, e  terceiro, em Üsküdar e Kadıköy, no lado oriental do Bósforo. Os distritos dos centros históricos são principalmente: Fatih, que grosso modo ocupa o que foi a capital bizantina, Beyoğlu, Üsküdar e Kadıköy. Zeytinburnu, a extremidade sul de Eyüp, BeşiktaşŞişli e os distritos envolventes, todos na parte europeia, também têm grande concentração de bairros antigos.

Os pontos turísticos mais importantes estão localizados no lado Europeu de Istambul. Algumas zonas históricas da parte europeia de Istambul foram declaradas Património Mundial pela UNESCO em 1985. Em 2010, a cidade foi a Capital Europeia da Cultura e é candidata à organização dos Jogos Olímpicos de 2020.

Começamos nossa visita pelas mesquitas.  Coisas importantes de se observar numa mesquita: 1- O MIRAB- que fica em frente a porta de entrada dos fiéis é o que dá a direção a Meca. 2- o MIMBER- localiza-se à direita do Mirab é uma grande peça em formato de triângulo fincada no muro apontando a direção de Meca. 3- o púpito de madeira onde senta o IRAN- o  responsável pela Mesquita, que chama os fiéis para a oração. A Mesquita quando é do sultão é diferente das mesquitas comuns, tem pelo menos 4 minaretes  páteo externo e interno e a nave central. As Mesquitas  comuns são menores, existem em cada bairros, ou região, podem ter uma ou duas torre e não possuem pátio  exterior, só o interno e a nave central. Existem mais ou menos umas 2700 mesquitas.

A Primeita Mesquita  que visitamos  foi a  Mesquita de Süleyman – Século XVI 1550-1557-  com 4 tores para diferenciar-se das demais, porque é do sultão. Tem pátio exterior e um interior e  Nave central para oração .

Observem que a nave central onde tirei a foto, os castiçais com várias lâmpadas são bem baixos, para melhor iluminação  uma vez que além de grande, a mesquita tem uma altura de 47 metros e um raio de 26,5 m de circunferência com duas semi cúpulas. O Chão é todo coberto por tapetes especiais, chamam-se tapetes de oração. Cada desenho no tapete é de um fiel. cada recorte tem o desenho para colocar os pés. Atrás ficam as galerias reservadas para as mulheres. Nas mesquitas não existe muito espaços para elas, que preferem rezar em casa.

Basílica de Santa Sofia , uma das maiores realizações arquitetônicas de todos os tempos. Inaugurada como igreja católica no ano 537, após a tomada da cidade pelos Otomanos, ela foi convertida em mesquita e teve quatro minaretes construídos ao lado.  Quando passou a ser mesquita, conviveu com sua arquitetura, não mudou e sim fez adaptações como por exemplo cobrindo com madeira todos os mosaicos. Dá para se observar em seu interior a mescla das duas culturas: o teto com a virgem Maria e os anjos, convivendo com o Mitab como por exemplo. Quanto maior o número de minaretes, maior a importância da mesquita. Cinco vezes ao dia, os religiosos faziam orações no topo destes minaretes. Hoje as orações continuam sendo ouvidas em toda cidade, mas são transmitidas por alto-falantes. 98% da população Turca é de religião islâmica. Atualmente, Santa Sofia é o museu Ayasobja. É inquestionavelmente um dos mais fantásticos edifícios de todos os tempos.  Sua imensa Cúpula se levanta a 55 metros do solo, com diâmentro de 31 metros. Belíssimos os mosaicos bizantinos.  Com a criação da República Turca em 1934 a Basílica de Santa Sofia passou a ser museu. Por ordem  de Ataltuk, foram retiradas as madeiras deixando à mostra os belíssimos azulejos.

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As colunas são todas em etilo corinto Bizantino. A cúpula é rodeada por 40 janelas . Na Coluna Úmida- Reza a lenda que quem colocar o dedo polegar direito e fizer uma volta de 360 graus e o dedo sair úmido, ele passa a ter poder.

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Com a república turca em 1923, Atatiyk, o pai dos turcos, deu ordem para que fossem retiradas as madeiras, deixando a mostra os belíssimos mosaicos bizantinos.

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Oração da Luz – no centro da cúpula, anjos Querubins em mosaicos de ouro. Esta circunferência da foto abaixo, são escrituras árabes em ouro representando os 4 califas.

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 Mesquita Azul- do Sultão Harmed-   Século XVII, 1609-1617, é a única que possui 6 minaretes. Com 43 metros de altura, 4 semi cúpulas comporta   260 janelas e 21 mil azulejos de Ismik  (cidade turca famosa por seus azulejos). Na parte de fora da mesquita tem de um lado assentos de mármore com torneira para que os fieis se lavem antes das orações.  Como predomina a cor azul é chamada, pelos turistas, de mesquita azul.17

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Palácio Topkapi-  localiza-se na confluência do Estreito de bósforo com o Corno de Ouro.

Bem no centro, já dentro do palácio, observa-se o pavilhão do Manto Sagrado, local onde estão expostas as relíquias do profeta Maomé, e outras consideradas  sagradas. Nesta sala tem um mulçumano, que ficou, o tempo todo da visita, cantando as orações. Muito bonito.

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Neste pavilhão além das relíquias do profeta Maomé vimos o cajado de Moiséis, que tentei fotografar.

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Este é um  dos páteo  internos do palácio.

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Na foto abaixo era a biblioteca de Ahmet III, hoje transformada em exposição de adornos imperiais, as famosas jóias do tesouro e uma inestimável coleção de manuscritos imperiais.

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Trono do Sultão

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 As Antigas Cozinhas- hoje galerias de artes–  Exposição de porcelas

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Palácio Dolmabahçe

Sua faixada estende-se por 600 metros na orla européia do Bósforo. Construído no Século XIX , estilo rococó, observando-se a presença de simetria. O amplo salão de recepção com 56 colunas possui um imenso lustre de cristal  (pesa 4 toneladas e meia) com 750 pingentes. 

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PASSEIO PELO BÓSFORO

A foto abaixo é o lado europeu – casas de madeira.

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Palácio Beylerbeyi- 1861 a 1865 – já no barco avista-se na orla Asiática do Bósforo o belíssimo palácio todo em mármore branco. Estilo Versaille, século XIX,  (Barroco e rococó- simetria). Era utilizado como  residência de veraneio do Sultão.  Era disponibilizado a alguns estrangeiros especiais, como o  foi para a  Imperatriz Eugênia da França.  Como era só de verão não havia calefação. 24 habitações e 6 salas grandes. Duas entradas Celambic para os homens e Harém para as mulheres. A sultana, mãe do sultão, era a chefa do harém. As salas de conferência (2) eram revestidas de madeira, para quem estivesse fora do recinto não ouvisse a conversa do sultão. As madeiras eram esculpidas (sem prego).

Um relógio de ouro, com diamante e pedras preciosas. As 12 horas quando se juntavam os ponteiros (o que tem a lua e o que tem as estrelas), tocava a marcha turca. Mas este relógio, assim como todos os outros dos palácios ficaram parados, marcando 9h09 minutos, que é a hora em que faleceu no Palácio Dolmabachçe, o Atatük , o pai dos pobres como foi conhecido e  muito querido pelos turcos.

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Neste Palácio não havia cozinhas, pois como era revestido de madeiras poderia ficar com odor de comida. As refeições vinham da parte européia do Palácio Dolmabbahce, e como naquela época não havia as pontes,  as comidas eram transportadas por barcos. Com o passar do tempo descobriram que era muito trabalhoso e construíram cozinhas fora do palácio.

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Palácio Çiracan– seculo XIX  estilo versaille- lado europeu (foto acima)

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Ponte Intercontinental– que une os dois continentes, constriída em 1973 , com 1560 metros de comprimento e 64 de altura.

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Na foto acima avista-se o lado asiático.

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Foto acima da colina de Çamica o ponto mais alto de Istambul – a foto tirada do lado asiático avistando o lado europeu.

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Lado asiático

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Fortaleza de Rumeli- Sec. XV – local onde os guardas vigiavam os barcos que passavam pelo estreito de Bósforo antes da conquista de Istambul 1452 (lado Europeu)

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Lado asiático- casas de veraneio

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Lado asiático onde descemos para conhecer o palácio de Beylerbeyi

Istambul é isso e muito mais, só conhecendo para sentir a emoção que cada canto nos passa, nos irradia, nos deixa feliz.

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Barcelona está localizado em: EspanhaBARCELONA

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É a segunda maior cidade da Espanha, após Madri. Possui uma população de cerca de 1 621 537 habitantes e uma área de 101,4 km². A área urbana de Barcelona, porém, se estende além dos limites administrativos da cidade e abriga uma po Paris, Londres, Vale do Ruhr, madri e Milão. Cerca de 5 milhões de pessoas vivem na área metropolitana de Barcelona.

É a maior metrópole da Europa dentre as localizadas na costa do mediterrâneo.  Barcelona está localizada na costa do Mediterrâneo, entre a foz do  Rio Llobregat e a foz do Rio Besòs  limitada a oeste pela Serra de Collserola (512 metros de altitude), cerca de 160 quilômetros ao sul das montanhas dos Pirineus.

Barcelona foi, historicamente, uma cidade muito ligada à indústria. Foi a primeira cidade em Espanha a acolher a Revolução Industrial e, apesar   de ter enfrentado algumas crises econômicas, é hoje o maior centro industrial do país.

O porto de Barcelona converteu-se, nos últimos anos, no mais importante do Mediterrâneo em tonelagem de mercadorias e contentores. Também é o primeiro porto mediterrânico em número de cruzeiros que fazem escala na cidade.

Importante centro de cultura, economia e política, Barcelona é uma referência não só dentro de Espanha como também no contexto da União européia. Barcelona oferece ao visitante a possibilidade de percorrer a pé desde as ruínas romanas e a cidade medieval até os bairros do modernismo catalão, com seus edifícios característicos, suas ruas arborizadas e suas largas avenidas. A cidade antiga é praticamente plana, enquanto que os bairros novos, à medida que se aproximam da Serra de Collserola, ganham um aspecto montanhoso.Centro e La Rambla – Um dos lugares mais frequentados de Barcelona é a Rambla,  uma passarela situada entre a Praça da Catalunha (Plaça de Catalunya) e o antigo porto de Barcelona (Port Vell). Ali, são encontradas quiosques de flores, cafeterias, restaurantes e lojas comerciais. Passeando pela Rambla, podem-se admirar vários edifícios de interesse, como o Palácio da Vice-rainha (Palau de la Virreina), o mercado da Boqueria e o famoso teatro Grande Teatro do Liceu.  Uma rua lateral à Rambla conduz à Praça Real (Plaça Reial): uma praça com palmeiras, edifícios, cervejarias, restaurantes  e posts desenhados por Antoni Gaudí.

A Rambla termina junto ao porto antigo, onde o  Monumento a Colombo, aponta para o mar. Próximo dali, se encontra o Museu Marítimo de Barcelona (Museu Marítim de Barcelona), dedicado sobretudo à história naval do Mediterrâneo e no qual se exibe a reprodução em escala real de uma antiga galera de combate. O porto antigo oferece outros atrativos, como o Mare Magnum: um centro comercial com lojas, restaurantes, um cinema IMAX  e um aquário da fauna marinha mediterrânea.

O Centro ainda é composto pelo Bairro Gótico,  que conserva a arquitetura típica da Baixa Idade Média. Fora as obras modernistas, Barcelona também conta com relevantes obras pertencentes a outros estilos e períodos históricos. Dentro do período medieval destacam-se especialmente as obra góticas que proliferam em seu centro histórico, precisamente denominado Bairro Gótico como a Catedral de Barcelona. Nesse mesmo estilo, encontra-se ainda a Igreja de Santa Maria do Mar.   caracterizada por sua austeridade e harmonia nas medidas.

Templo Expiatório da Sagrada Família

Barcelona é conhecida como capital do modernismo catalão.  A cidade, na qual viveu e trabalhou o arquiteto Antônio Gaudí,   conta com algumas de suas obras mais relevantes, que atraem a cada ano milhões de visitantes de todo mundo. A mais representativa é oTemplo Expiatório da Sagrada Família , que Gaudí deixou inacabado e que segue sendo construído lentamente, com término previsto para até 2020.

Outras das obras mais conhecidas de Gaudí são o Parque Guell  (Parc Güell), a Casa Milà  , também chamada de La Pedrera e a casa Batlló.  Além de Gaudí, Barcelona conta com outras jóias do modernismo catalão, como o  Hospital de Sant Pau e o Palácio da Música Catalã  de Liuuís Domé nechi i Montaner, ou o Palácio Macaya e muitas outras obras de de Josep Puig i Cadafalch.

Entrada do Parque Güell.

Também possui distintas amostras de arquitetura contemporânea. Destacando-se o  Pavilhão Alemão de  Ludwig Mies Van der Rohe, que foi construído para a  Exposição Universal de Barcelona de 1929, assim como assim como a  Fundação Joan Miró  do arquiteto catalão Josep Lliís Sert.  Anos mais tarde, por ocasião  dos Jogos Olímpicos de 1992,   a cidade viveu uma etapa de grandes transformações que deram lugar a obras como o Palácio de Esportes São Jordi de Arata Isozaki, a Torre de Collserola de Norman Foster e a Torre de Montjuïc de Santiago Calatrava. Na etapa pós-olímpica, a cidade seguiu mantendo seu desenvolvimento arquitetônico, construindo edifícios como o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona.

Montjuic e Tibidabo

Duas montanhas dominam a cidade convertidas em miradores. O Montjuic é um pequeno monte situado junto ao porto, em cuja topo encontra-se uma antiga fortaleza militar que serviu para vigiar a entrada de Barcelona pelo mar. Nesta montanha encontra-se ainda as instalações olímpicas, como o  Estádio Olímpico Lluís Companys, O Palácio Sant Jordi e as Piscinas Picornell. Também pode ser visto em Montjuic o jardim botânico, que dispõe de uma coleção única de cactus.  O Tibidabo,  na parte alta da cidade é a outra montanha de Barcelona. No Tibidabo, encontram-se a Igreja do Sagrado Coração, Parque de Atração de Tibidabo e a Torre Collserola  que dispõe de um mirador.

Tem mais fotos para postar, o que farei em breve .  Aguardem

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https://i1.wp.com/lato.blox.pl/resource/MidiPyreneesMap.gifA Cidadela, Carcassonne, declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO, Carcassonne é uma cidade fortificada com aparência medieval, nas margens do rio Aude. Localiza-se a 90 km a  sudeste de Touluse, entre os Pirinéus e o Maciço Central francês.

Sua  primitiva construção, remonta a povos Celtas, Galo-romanos e Visigodos. As fundações das suas casas e muralhas retratam com clareza essas sucessivas ondas civilizatórias.

Durante a Idade Média foi defendida por um imponente conjunto de fortificações, ficando circundada por uma dupla linha de  muralhas, que ainda hoje pode ser vista, e representa o ápice da engenharia militar do século XIII. Do alto de suas muralhas, que à época eram protegidas por milhares de  guerreiros, podia-se controlar uma importante via comercial que ligava a Península Ibérica com o resto do continente.

A primeira visão do centro histórico, cuja construção foi iniciada há cerca de mil anos dá a impressãoque estamos  viajando no tempo, para uma época de reis, cavaleiros, princesas e batalhas medievais. A fortaleza é protegida por 52 torres e duas muralhas uma interna e outra externa. A entrada principal, batizada de Porta Narbonnaise, é guardada por uma ponte levadiça. Nos  tempos medievais, cerca de 50 homens ficavam de guarda para impedir a entrada de inimigos. Em  Carcassonne, observa-se na verdade duas cidades: A Cidadela, que permaneceu intacta e protegida dentro das muralhas, e a Bastide Saint-Louis ou Cidade Baixa, que cresceu ao redor do centro medieval. À noite, as suas ruas ficam desertas e silenciosas. 

Como cada castelo que se preze tem suas lendas e histórias encantadas em   Carcassone não poderia ser diferente. Reza a lenda que  o seu nome reporta a  história da dama de Carcas: quando Carlos Magno cercou a cidadela desta dama sarracena, achando-se desprovida de soldados, Carcas distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para o combate. O estratagema deu super certo pois, Carlos Magno levantou o cerco, desanimado com um inimigo  que possuía um exercito tão numeroso. Terá dito então a dama: “Sire, Carcas te sonne.” “Senhor, Carcas vence-te”, em tradução livre. Daí o nome da cidade, que a lenda assegura que se tornou cristã, dando a dama origem à primeira linhagem de condes em Carcassonne. Mas, a verdade por lá assegurada, é bem diferente, e mostra-nos que os romanos já tinham uma fortificação na zona a que chamavam Carcasso, e os sarracenos, que sucederam aos visigodos, chamavam-lhe Carchachouna. Seja lá qual a versão que se queira adotar, hoje, Carcassonne é, um dos  locais mais visitado de França. As suas calçadas de pedra são percorridas, não por cavaleiros medievais, mas por turistas de quase todas as nacionalidades, armados de vídeos e máquinas fotográficas. O seu casario antigo abriga uma infinidade de restaurantes e hospedarias que revivem, através da decoração e da cozinha local, a época entre os séculos XI e XIII.

O turismo anuncia Carcassonne como (lá ville aux deux cités, a cidade das duas cidadelas ) a antiga fortaleza, no cimo da colina, e o novo burgo que nasceu no século XIII, aos pés da primeira, na margem esquerda do rio Aude. Desde sempre as duas zonas tiveram existências distintas, com toda a atividade comercial e social a desenrolar-se na cidade baixa, enquanto a cidade-alta abrigava uma guarnição de milhares  soldados. Hoje  só cerca de cento e vinte, dos seus quarenta e cinco mil habitantes permanentes, habitam a cidade antiga. Mas apesar da atividade evidente nas suas ruas e praças arborizadas, que substituíram as muralhas e estão agora semeadas de cafezinhos acolhedores, a atração será sempre a “cité”, marco milenar da história da região do Languedoc. Para além das comodidades e serviços turísticos de que dispõe, a Bastide Saint-Louis, como é conhecida a cidade-baixa, serve apenas para compor a magnífica vista que nos oferecem as torres altas da fortaleza. O castelo do conde foi rodeado por um fosso, transformando-se numa fortaleza dentro da fortaleza. São cerca de três quilómetros de fortificações, por onde se distribuem cinquenta e duas torres para todos os gostos: há torres quadradas e redondas, de envergadura e tamanho diferentes; umas possuem seteiras, outras janelas e algumas são, aparentemente, fechadas. Toda a cidade parece estar cheia de armadilhas: cotovelos estreitos para que só passasse  um inimigo de cada vez, degraus gigantescos, fossos dissimulados, enfim, todo o mostruário do engenho militar que foi sendo aperfeiçoado desde os romanos, destinado a guerras de cerco, tão comuns nos tempos medievais. 

No outro lado do rio Aude, o bairro La Bastide oferece passagem para  sua outra face.

A reconstrução fixou-a para sempre na Idade Média como quem tira uma fotografia, apesar de a cidade ter atravessado muitas outras épocas. E é, talvez, esta operação de congelamento temporal que lhe empresta toda a magia de cenário perfeito, que nos faz mergulhar profundamente num passado distante… E Carcassonne será para sempre uma obra de arte inegável.

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